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Portugal, passivhaus para o turismo






A edificação central da imagem é a primeira Passive House certificada no sector do Turismo em Portugal.

No começo temos um casarão muito degradado em Ílhavo o que impossibilitava a sua reabilitação; face isso a única chance foi construir de zero, mas mantendo a área construída, o volume e as alturas de construção, alinhamentos e características da fachada da construção existente. Esta casa de aluguel permite a utilização diferenciada de cada apartamento/piso do edifício com 2 quartos cada, ou a utilização total do edifício com os 4 quartos no total. 
A fachada principal está orientada ao Leste onde temos o acesso, e para onde estão orientados a zona social com sala comum e cozinha. Nela vejam a sua farta iluminação natural. Os quartos comunicam para o pátio na fachada traseira; sobre a varanda temos painéis fotovoltaicos colocados como beirais para sombreamento. É mais um projeto da empresa Homegrid dos arquitetos João Gavião e João Marcelino conforme os parâmetros Passive House.

Agora a cereja do bolo: por que construir com o sistema Passive House ? Pois com este sistema a edificação pode custar no máximo 5% mais; pero é possível atingir poupanças de até 75% de energia. Na imagem do NYSERDA, (the New York State Energy Research), temos à esquerda em verde o consumo anual de energia -com climatização- em milhões de BTUs duma casa convencional de 3 dormitórios. Â direita da imagem o consumo duma Passive House.
Ps: os que viagem a Portugal poderão comprovar in loco as bondades da Passivhaus.

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