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Calefação urbana na Suécia






Como a Suécia é um país frio é fundamental um ótimo sistema de aquecimento, face isso emprega um avançado sistema de calefação urbana que é um exemplo a imitar pelo resto da Europa. É um sistema centralizado com uma usina geradora de água quente e vapor; logo estes são distribuídos por tubulações subterrâneas aos diversos prédios residenciais para fornecer calefação. A mudança da Suécia desde o petróleo à calefação urbana acontecida no início da década dos 90s, é talvez o fator mais importante para explicar a redução de gases de efeito estufa (GEE), no sector da habitação e serviços. Atualmente este aquecimento urbano fornece mais do 80 % da calefação e água quente aos blocos de apartamentos da Suécia. Em rigor este sistema centralizado fornece calefação bem como arrefecimento aos prédios, pois posso enviar água fria; o que permite que esta usina central possa ser modernizada para usar fontes mais sustentáveis e limpas de combustível. Ainda muitas redes de aquecimento urbano também usam o calor reciclado de outras indústrias, energia que de outra forma iria para o lixo. Simplesmente ma-ra-vi-lho-so. 
Gotemburgo, a segunda maior cidade da Suécia, possui uma rede de aquecimento urbano de 1.200 km de extensão, aquece o 90 % dos blocos de apartamentos da cidade e 12.000 casas individuais.Na imagem a usina da cidade que funciona com biomassa. Estas usinas chamadas de CHP (Co-geração de calor e energia) também produzem força para mover os equipamentos; as encontramos na Dinamarca e Reino Unido, onde muitos bairros urbanos são servidos por instalações centrais que distribuem água quente ou vapor para edifícios individuais.

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