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Passivhaus (2)




Mas entre uma casa convencional e uma Passivhaus existem diversos graus de aproximação, comumente não é branco ou preto, entre elas existem diversos tons de cinza, dependendo do bolso da cada um. Ainda existe uma idéia errada de ver a Arquitetura Sustentável em termos de “adicionar” materiais, equipamentos ou automações, a essa forma nascida antes da prancheta do arquiteto. Entanto a casa sustentável já nasce sustentável. A nossa Passivhaus seria uma edificação sustentável com a ênfase posto no consumo de energia, o qual deve ser o igual 15 kwh/m². O interessante é como isto vai condicionar o desenho da forma e da envoltória exterior da edificação. A envoltória compreende o sistema construtivo empregado e os materiais de muros, telhados e pisos.  Aliás o desenho vai levar em conta a correta orientação geográfica para tirar partido das horas de sol, os ventos prevalentes. Todo para atingir a maximização da iluminação e ventilação naturais; com o apoio de equipamentos complementares de iluminação artificial, ventilação com recuperador de calor, bomba de calor, caldeira de passagem. Melhor ainda se colocamos coletores solares para fornecer água quente; painéis fotovoltaicos para gerar energia elétrica; coleta de água de chuva; compostagem como o lixo orgânico. A Passivhaus pode adotar diversas formas desde um estilo clássico até outro mais moderno; na imagem 1 vemos uma casa passiva em Viena e na 2 outra em Dorbirn; ambas em Áustria. Entanto na 3 temos um condomínio de casas geminadas em Dinamarca.

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