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Minas Gerais, a Estrada Real (fim)




Após a conclusão do Caminho Novo, a Coroa Portuguesa transferiu parte de seus registros para ele e decretou ilegal o uso do Caminho Velho. Ainda existia um terceiro caminho, o Caminho dos Diamantes, unindo Ouro Preto com Diamantina; na cor verde, acima no mapa. Privilegiado pela beleza cenográfica da Serra do Espinhaço o caminho teve destaque a partir de 1729 com a descoberta das “pedras brilhantes”, abundantes na região. Para promover este destino turístico foi criado o Instituto Estrada Real.

Fonte: http://www.institutoestradareal.com.br/institucional/apresentacao 
Criado em 1999 e ligado ao Sistema FIEMG, o Instituto Estrada Real tem como objetivos organizar, fomentar e gerenciar o produto turístico Estrada Real. Com uma equipe multidisciplinar especializada em turismo, transformou o antigo caminho, aberto há mais de 300 anos pela Coroa Portuguesa, em um destino reconhecido no Brasil e no exterior.
A Estrada Real é a maior rota turística do país. São mais de 1.630 km de extensão, passando por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Percorrê-la é reviver os passos e os caminhos percorridos pelos escravos, pelo ouro e pela história. Hoje, a Estrada Real resgata as tradições do percurso valorizando a identidade e as belezas da região. Além de promover o desenvolvimento socioeconômico e a preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental. Com a gestão do Instituto Estrada Real (IER), o trabalho realizado na Estrada Real beneficia inúmeros municípios e diversas localidades. As atrações culturais, históricas, gastronômicas e ecológicas são cada vez mais apreciadas e visitadas por turistas de todo o mundo.
Na imagem 2 o Santuário Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais. Na imagem 3 uma vista noturna de Ouro Preto.

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