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Iluminação LED (fim)



A primeira vantagens do LED, é a poupança energética. Se vocês tocam uma lâmpada incandescente vão-se queimar a mão pois o 90% da energia emitida é calor e só o 10% é luz, é ineficiente; com o LED é ao invés o 90% é luz e só o 10% é calor. Isto é muito importante no verão, pois esse calor gerado com iluminação tem que ser tirado do interior da edificação com ventilação natural ou ar condicionado. O desconforto pode ser maior se o arquiteto desenhou grandes fachadas de vidro sem proteções exteriores, ou sem um bom projeto de fachada ventilada. Se tivermos plantas de prédios profundas, temos que usar iluminação artificial para que não fiquem escuras demais. Nos prédios temos a chamada distancia passiva, são 7 metros, o que significa que a luz natural entra só até esse 7 metros de profundidade. 
O LED é um produto zero contaminante e quase 100% reciclável, por todo isso podemos dizer que é um eco-produto. Já os tubos fluorescentes levam mercúrio o qual têm um grande potencial poluidor. Ainda tem uma longa vida útil de até 50.000 horas, podem ficar acendidas 24 horas por até 6 anos. Não tem como os tubos fluorescentes esse zumbido produzido pelo reator, e nem esse pisca-pisca conhecido como fenômeno de cintilação.  Podem trabalhar com qualquer um voltagem entre 90 até 277 watts; a troca se faz sem problema tirando as incandescentes e fluorescentes e substituindo-as por LEDs, mas com a assessoria dum lighting designer. Temos que levar em conta o custo no ciclo completo de vida útil do LED; quando é necessário ter baixa manutenção, alta eficiência e durabilidade a escolha é o LED com certeza.

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