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Califórnia, o telhado verde do museu CAS (fim)




No desenho desta California Academy of Sciences é fundamental a equalização da energia, toda vez que temos equipamentos de uso intensivo para suportar o aquário, o planetário (imagem 3), uma floresta tropical construída pelo homem (imagem 1), laboratórios de pesquisa; e ainda manter níveis constantes de temperatura e umidade para preservar a vasta coleção de espécimes científicos. É uma planta simples mas com um programa arquitetônico complexo, que tira partido do clima temperado de San Francisco. Onde o conforto higrotérmico e o ar livre de contaminantes para o público visitante, são levados a sério. O conforto é atingido pela ventilação e iluminação naturais e o emprego de equipamentos gerenciados por sofisticados sistemas informatizados. O beiral perimetral com 9 metros de largura (imagem 2) é uma engenhosa treliça de vidro e aço, com 60.000 painéis fotovoltaicos capazes de gerar 220 kW ao ano. De quebra ajuda a sombrear o prédio. 
Outra estratégia é a poupança de materiais de construção, e o uso de materiais amigáveis com o meio ambiente. A construção reusou o 90 % do entulho de demolição da velha sede, danificada pelo terremoto do 1989. Ainda um sistema de coleta das águas de chuva permite armazenar 13.500 m³ por ano, e logo reusá-las na rega das plantas e como água de serviço.

Ps. na próxima vamos conhecer a “mítica” casa solar do MIT.

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