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Austrália, a descolada casa Rozak (fim)



O arquiteto Adrian Welke destaca que o desenho passivo para a iluminação natural, refrigeração e calefação são os vetores básicos para a poupança energética. Também que esta é uma casa autônoma que produz sua própria energia fotovoltaica, coleta a água necessária e trata todos seus resíduos. É importante salientar que nesta casa Rozak a água de chuva se coleta e armazena, em cisternas localizadas estrategicamente para guardá-la para a estação seca. 
E o que acontece no Brasil ? Pois no Brasil orgulhosamente já existe a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia ENCE do Inmetro; no qual conforme critérios de eficiência energética são avaliados três vetores das edificações: a envoltória exterior, a iluminação artificial, e o sistema de ar-condicionado. No começo foi criada para prédios comerciais, de serviços e públicos; logo foi ampliada para edificações residenciais; porem a adesão à etiquetagem é voluntária. Vejam como a etiqueta da Faculdade de Tecnologia Nova Palhoça atingiu “A” a categoria mais eficiente nos quesitos envoltória, iluminação artificial e condicionamento do ar. Para encerrar, esta casa Rozak está desenhada especificamente para climas tropicais, com muita liberdade, tem tantas coisas que não são paralelas...rss 
   
Convite: continuando com estas casas Energia Zero, amanhã vamos visitar a Lighthouse (imagem 1), a primeira casa Carbono Zero do Reino Unido desenhada para clima temperado marítimo. 

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