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Reciclando Trens em Viena (final)



Em principio o índice de reciclagem dos trens pode ser tão grande como desejado, mas a questão-chave é que a reciclagem seja efetiva em termos de custo-benefício. Conforme a Siemens o metrô de Oslo, na Noruega tem um índice de reciclagem recorde de quase o 95%. Aproximadamente o 85% dos materiais são reciclados por meio de processos eficientes custo-benefício; o 10% adicional é queimado.  Outro exemplo de desenho compatível com a reciclagem, é a plataforma que serve de base para os novos trens subterrâneos de Munique, um tabuleiro de cortiça de 3 centímetros de espessura por 18 metros de comprimento, para amortecer o barulho dos sapatos dos passageiros; na capa superior e inferior do tabuleiro é colada uma lâmina de alumínio. No topo deste sanduíche ainda é colada uma lâmina de borracha como pavimento. O interessante é que na hora da desmontagem, as diversas capas podem ser facilmente separadas.


Nas imagens vemos dois belos -sem dúvida alguma- modelos da Siemens, acima o bonde elétrico Avenio e abaixo a plataforma Inspiro.  As empresas especializadas na reciclagem dos trens fora de serviço, podem usar até quatro processos diferentes para isso. Mas a cidade de Nova York apresentou uma quinta maneira de reciclagem, pois os trens tirados da circulação são depositados no oceano frente às costas de Virginia; eles servem como recifes artificiais e são colonizadas por corais e peixes.

PS: amanhã vamos conhecer um condomínio com turbinas eólicas em Florianópolis.


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