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C&T como vetor para sustentabilidade (1)


Fonte:  http://www.ecodesenvolvimento.org/colunas/vivian-blaso/c-t-como-vetor-para-sustentabilidade#ixzz2MPsjlcMC

Profa. Vivian A. Blaso S. S. Cesar* é doutoranda e mestre em Ciências Sociais, especialista em Marketing e Sustentabilidade, presidente da Organização do #Ciis2013.

A Revolução Industrial resolveu muitos problemas, como, por exemplo, a escassez de bens, mas criou outros, como o suprimento de energia e o acúmulo de CO2 e outros gases, que foram se multiplicando na atmosfera, segurando o calor do sol e ocasionando o aquecimento do clima. 


As tecnologias da informação, as redes sociais e a internet contribuíram para a disseminação em massa do conceito de sustentabilidade, que levou a sociedade a enxergá-la como um novo valor, pois ninguém em sã consciência gostaria de comprar produtos de empresas que colocam em risco a nossa sobrevivência no planeta.Foi a partir dos avanços científicos da década de 1970 que o alerta ambiental foi levado em consideração pelas autoridades globais e que mais tarde culminou no conceito de desenvolvimento sustentável, apontado no relatório Nosso Futuro Comum, encomendado pela médica, mestre em saúde pública e ex-ministra da Noruega Gro Harlem Brundtland. Foi nele que pela primeira vez o conceito foi trazido para o discurso público. Sem dúvida alguma cabe às ciências ajudar o homem a avançar técnica e cientificamente rumo ao desenvolvimento, entretanto, foi também o avanço das ciências, por meio de hiperespecializações, que de certa forma afastou o homem da sua capacidade de compreensão da sua interdependência com o natural, a sociedade e o indivíduo. Nessa perspectiva, após reflexões sobre a Rio+20, podemos elencar alguns fatores essenciais ao Brasil no papel da liderança estratégica rumo à sustentabilidade, tais como as Relações de Interdependência e as Mudanças nos Padrões de Consumo da População Mundial.

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