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Mostrando postagens de Novembro, 2011

CIDADES VERDES em AMÉRICA 3

O índice clasifica as cidades -de ezquerda a direita na imagem- em Muito abaixo da média, Abaixo da média, Média, Acima da média e Muito acima da média.

No começo podemos dizer que os desafíos no setor rural de Latinoamérica, como por exemplo a deforestação da Amazônia, recebem a maior atenção da mídia. São problemas vitais com certeça, mas as preocupações com o meio urbano, são problemas que afectam mais perto á maioria dos habitantes da região. Pois acontece que hoje o 81 % da população mora em zonas urbanas. Para o ano 2030 há previsões que esse percentual pule para 86 %, como acontece na Europa Occidental.

RIO 2016

CIDADES VERDES em AMÉRICA 2

O ïndice procura medir e avaliar o desempenho ambiental de 17 cidades escolhidas de América Latina; nós vamos falar das cidades brasileiras de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, e Curitiba. O relatório faz uma análise aprofundada de Curitiba como líder regional do urbanismo sustentável. Mas o estudo também inclui as cidades de Bogotá, Buenos Aires, Ciudad de México, Guadalajara, Lima, Medellín, Monterrey, Montevideo, Puebla, Quito, Santiago.

CIDADES VERDES em AMÉRICA 1

Poderiamos começar com a pergunta: há cidades verdes em América?

Esta série de posts é baseada no “Índice de Cidades Verdes de América Latina”, é um projeto de investigação independente feito pelo Economist Intelligence Unit, com o patrocinio da empresa Siemens. www.siemens.com/greencityindex
Este trabalho teve a asessoria de um painel de especialistas globais em sustentabilidade meioambiental urbana. A equipe contribuiu no desenvolvimento da metodologia para estabelecer o índice de cidades verdes.

O time é composto pela Brunella Boselli, Gordon Mc Granahan, Mary Jane C. Ortega, Hiroaki Suzuki, Pablo Vaggione, Sebastian Veit, David Wilk, Nicholas You.

LONDON 2012 (68)

Foi limpa de espécies exóticas invasoras como o Japonese Knotweed e o Giant Knotweed. O Knotweed japonês é uma herbácea perene.

Também foram erguidas cercas de madeira aproveitando as árbores derrubadas para poder construir as edificações. Essas cercas são para criar novos habitats para anfíbios, répteis, invertebrados e plantas.

No próximo encontro vamos começar a falar das cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Curitiba claro, a referência de sustentabilidade na América.

LONDON 2012 (67)

As vezes acontece que o homen extermina alguma espécie da cadeia ecológica, e quebra este equilibro. Outras vezes o homen altera o equilibro ecológico, pois traz para o país espécies exóticas fora do seu ambiente original; como no caso das abelhas africanas na América. Ou esses cachorros Husky siberianos.

Um fato curioso é que para proteger o equilibro original, na zona do Olympic Park foi limpa uma área equivalente a dez campos de futebol.

LONDON 2012 (66)

Nas imagens a seguir temos espécies nativas do Lower Lea Valley.

LONDON 2012 (65)

BED ZED 17

LONDON 2012 (64)

Também foi criado o Waterspace Masterplan onde o Olympic Park e os cursos de água viram num ambiente multiuso que acolhe atividades de lazer, náuticas, ecológicas, gestão de alagamentos, e claro económicas.

E também temos o cuidado com as espécies de árvores sob proteção, e no plantio de espécies nativas do sudeste inglês. E além disso com as precauções com os pássaros e morcegos habitantes do parque. Lembremos que o parque é um ecossistema em equilibro, a cada forma de vida ajuda a gerar umas outras formas de vida, é aquilo que o peixe grande come o pequeno.

Vazamento na Bacia de Campos

LONDON 2012 (63)

Até agora vimos quatro dos cinco temas das Olimpìadas de Londres 2012: Eles são: mudança climática, resíduos, vida saudável, inclusão social. Ficou para atrás a biodiversidade que vou retomar hoje. A visão dos organizadores é: “Conservar a biodiversidade, criar novos espaços urbanos verdes, e atrair as pessoas mais perto da natureza desde o esporte e a cultura. A biodiversidade é essencial para a economia global, devemos cuida-la pois tem um papel fundamental na mitigação e adatação à mudança climática.

Já desde o planejamento –Olympic Park Masterplan- vemos uma atitude responsável na gestão dos recursos naturais, por exemplo na melhora do ecossistema do Lower Lea Valley.

Dr Guillermo Enrique Gonzalo 12

E lembramos ainda as palavras do gênio Albert Einstein: “Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. E não tenho a certeza quanto ao Universo.”

E o Dr Guillermo conclui dizendo que vale a pena lutar por um mundo melhor e sustentável. Ao final foi o Martin Luther King que diz para nos, que ainda ele soubesse que o mundo ia a acabar na semana próxima, ele ia plantar sua árvore de maçã.

Amanhã vamos começar a falar da biodiversidade nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

Dr Guillermo Enrique Gonzalo 11

Mas também o Guillermo nos coloca que, relacionada com a sustentabilidade temos a questão da desigualdade entre o norte desenvolvido e o sul em vias de desenvolvimento; como já vimos no exemplo do chifre da África.

E aproveitou ainda para nos indicar o livro “The Fundamental Laws of Human Stupidity” do Carlo Maria Cipolla (As Leis Fundamentais da Estupidez Humana). No qual o autor classifica a população em quatro categorias: os bonzinhos, os estúpidos, os inteligentes, e os maus. O Cipolla acredita que nós moramos num mundo governado por estúpidos e pessoas más.

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Dr Guillermo Enrique Gonzalo 9

E temos também o aspecto social da sustentabilidade, no sentido que com a mudança climática as primeiras populações que JÁ estão sofrendo suas conseqüencias, são as populações povres. É o que acontece, no chifre da Äfrica por exemplo. Por motivos óbvios se você tem uma situação económica bem resolvida ou bom emprego, tem todas as facilidades para se deslocar a outra região longe de alagamentos, da seca, ou ainda do aumento do nível do mar.

Dr Guillermo Enrique Gonzalo 8

E como o Guillermo tem seus valores morais e éticos –os quais eu compartilho- conclui que ao final é bem melhor fazer as coisas certas que fazê-las errado. Pois se “esta” mudança climática fosse como as outras anteriores, pelo menos o homen poderia conseguir que suas conseqüencias fossem menores, ou ainda durara menos tempo.

Eu acrescento que é um raciocínio ruim o daqueles que acham que é possível contaminar o mundo e logo limpar. Acontece que estos processos de poluição as vezes não tem como voltar atrás, e se é possível custa muito dinheiro mesmo.

Dr Guillermo Enrique Gonzalo 7

Trata-se do livro dos autores Pilkey O. e L. Pilkey-Jarvis: “Useless arithmetic: why environmental scientists can´t predict the future”. (complexidade e seqüências inesperadas).

Mas isto não significa permissão para continuar emitindo gases efeito estufa, nem para seguir jogando lixo nas ruas. A dúvida poderia ser se esta mudança climática de hoje, é como outras semelhantes que já aconteceram na história do homem. E por falar nisso, a vida do “todopoderoso” ser humano é só um instantinho na vida da Terra.

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A polêmica foi falando em mudança climática, onde temos duas posições opostas. Uma prestigiosa organização internacional elaborou um informe com 200 cientistas do mundo todo, planteando três cenários possíveis. Um mais o menos favorável, um médio, e outro ainda catastrófico. Foi em fevereiro do 2007 que os cientistas concluíram com certeça, que a mudança climática é produzida pelas atividades do homen sobre a faz da terra.

Mas o polêmico Guillermo pergunta a nos: “será que os conhecimentos científicos chegaram a um patamar de desenvolvimento tal que por exemplo, as simulações computacionais podem-nos permitir preveer com certeça o futuro?”

Então ele nos indica um livro de dois cientistas matemáticos o qual vamos ver no nosso próximo encontro.

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Ele identificou a dificuldade que tem muitos arquitetos, em enxergar o mundo como um conjunto de sistemas formados por outros sistemas, e eles por subsistemas. As vezes o arquiteto não tem consciência que com cada prédio que constroi, está construindo cidade! E cada um pensa na sua obra como um grito no bairro, como um prato voador sem relação com seu entorno.

Estava lembrando aquele concurso no qual a famosa arquiteta Zaha Hadid, foi barrada pelo júri pois ela havia colocado grandes superficies vidradas na fachada Sul. Trata-se do Centro do Meio Oriente no St Anthony College em Oxford. Estamos no hemisferio Norte e ian-se producir aquecimentos (overheating) por trás de essas “belas” vidraçarias, onde está a biblioteca e pessos trabalhando. Ainda vocês não acreditem!
Claro que isto pode-se “solucionar” com muito ar-condicionado que custa uma grana daquelas!

E claro o Guillermo introduziou uma polêmica, a qual vamos ver na próxima.

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É também nós coincidimos no assunto que muitos arquitetos, talvez por preguiça, não conseguiram ainda deixar essa roupa de “artistas” que trouxeram da faculdade. Pois foram treinados como desenhistas e muitos deles fazem esculturas para seu proprio ego. Quando eu estava na faculdade sempre achei estranho como na França os arquitetos estudavan na École des Beaux Arts, mas na Alemanha eram treinados numa escola politécnica.

Sempre achei que o arquiteto é primeiro um técnico...mas um técnico sustentável. Por isso gosto dos engenheiros romanos com suas pontes, suas termas com calefação, seus estádios, seus prédios de 4 andares. Enquanto os gregos faziam seus belos templos, os romanos faziam obras engenhosas e por fora colocaban como um vestido os enfeites e colunas dos diferentes ordens. Isto pode soar como heresia para muitos de vocês, mas é o que eu penso, vocês já me conhecem.

Na imagen acima vemos uma reconstrução das Termas de Caracalla em Roma; já na imagen abaixo temos um templo gre…

CASA DE GARRAFAS

CASA de PNEUS

Dr Guillermo Enrique Gonzalo 3

Mas eu resgato outra qualidade que também não é corriqueira hoje: ele transmite valores humanos. E tocou alguns pontos que poderiamos chamar de “Mitos e verdades da sustentabilidade”.

ADVERTÊNCIA: a leitura dos posts a seguir é muito recomendável para arquitetos e engenheiros...e para estudantes é claro.

Por exemplo alguns autores dizem que uma edificação sustentável pode-se certificar com certeça. Mas o contrário nem sempre é verdade, ele viu algumas edificações certificadas que atendem seu “check in”, mas que tem má orientação geográfica conforme o sol.

PROCLAMAÇÃO da REPÚBLICA

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Este é o velódromo no Parque Olímpico dos Jogos Londres 2012.

Dr Guillermo Enrique Gonzalo 2

O Dr Guillermo é Diretor do Instituto de Acondicionamiento Ambiental de Facultad de Arquitectura y Urbanismo, da Universidad Nacional de Tucumán na República Argentina. Tem a autoridade de seus 30 anos na sustentabilidade como ensinante e palestrante, pesquisador, autor de diversos livros, avaliador das universidades do Mercosul. E ainda escritor de books review para a prestiosa editora Elsevier.

Ele compartilha generosamente seus conhecimentos –eu conheci ele assim- o qual não é tão comum nos dias de hoje. Pois o conhecimento é din din e significa poder. Se você tem grana consigue pagar um ensino de boa qualidade, e se tem pouco dinheiro um de inferior qualidade.

Dr Guillermo Enrique Gonzalo 1

O três e quatro de novembro o Dr Arquiteto Guillermo Enrique Gonzalo ministrou sua palestra “Metodología de Diseño para una Arquitectura Sustentable”. E claro eu aproveitei para lhe fazer uma reportagem para meu programa de rádio. No link abaixo podem desacarregar a reportagem completa do site da rádio, pois dura uma hora.

http://sarandi690.com.uy/programas_ver_ea.asp?idPrograma=28&ano=2011&mes=11&dia=6

DOMÓTICA 16

Mas em outros paises o pessoal compra um SERVIÇO, e o recebe instalado “chave em mão”: turn key em inglês... O pessoal da empresa instaladora explica direitinho ao cliente o funzionamento.

Mas também existe um sistema complementar de assinatura onde perante qualquer probleminha ou dúvida do funzionamento vem o técnico e o resolve.

RAVI SHANKAR 1

Hoje sábado, que tal meditar um pouquinho longe da correria do dia-a -dia? Uma amiga muito querida mesmo acabou de me enviar este video do Ravi Shankar que compartilho com vocês agora. Eu conheci este músico no filme do Festival de Woodstock, nestes anos assiti 10 vezes ao filme !
Alí também estava Ten Years After con o Alvin Lee.

DOMÓTICA 15

Claro cá temos uma questão cultural interessante; nos Estados Unidos é corriqueiro o comércio eletrônico onde o pessoal faz compras pela internete. Também são comuns esse sistemas “faça você mesmo”: do-it yourself.

As pessoas compram um PRODUTO, recebem ele, e eles mesmos fazem sua instalação conforme o Manual de Instruções é claro. E se bem instalado vão desfrutar dele. Mas podem acontecer alguns probleminhas como a Mr Bean...rsss

DOMÓTICA 14

Mas o ótimo é com menores custos é desenhar a casa desde o começo pensando na automação. O que significa considerar onde tenho vigas e pilares e por onde vai passar a tubulação. Isto vai-nos permitir instalar funções como controle de portas, janelas e persianas; que de outra maneira seria complicado controlar usando fiação própria. Mas também existem sistemas sem fios, os chamados de wireless.

Acontece que na construção os erros e a falta de previssões quase sempre podem-se corregir, mas gastando uma grana de aquilas.

Outra vez temos que a casa é como um termo de alfaiate, feito sob encomenda para um cliente particular.

Pergunta aos navegadores: será que a domótica se faz igual nos Estados Unidos e no Brasil?


DOMÓTICA 13

Esta zaga de posts poderia-se chamar de “Tudo o que você queria saber sobre a domótica e tinha medo de perguntar”...rss... do Woody Allen.

Para casas já construídas tem que se analizar o que é possível automatizar e o que não. Mas sempre usando custo-benefício e amortização. Está na capa do livro que o ótimo é pedir três orçamentos a três empresas sérias e competentes. A utilidade e a rentabilidade do sistema é conforme a superficie construída da casa. De 200 m² para frente a domótica pode ser uma boa opção.

DOMÓTICA 12

Automatizar uma casa pode custar entre 4.000 até USD 7.000 de base. Dependendo do tamanho da casa, e claro do que se deseje ter sob controle. Quanto mais complexo é o projeto vai custar mais din din. A domótica não é para qualquer caso, senão para aquilas edificações onde seja possível transforma-la em algo rentável: gestão e poupança de energia.

Esta tecnologia é ótima para seu emprego nas moradias e nas empresas, por exemplo é adequadíssima para os prédios de escritórios. É claro as fábricas faz anos que tem funções automatizadas.

E temos mais perguntas: a domótica pode-se usar nas casas já construídas ou seja em uso?

DOMÓTICA 11

Muitos de vocês talvez estarão–se perguntado que coisas posso controlar ou domotizar? Básicamente quase tudo o que usa energia elétrica o tenha motor. Por exemplo o filtro da piscina, a iluminação artificial; pois a iluminação natural já foi providenciada pelo nosso arquiteto sustentável. E também atividades rotineiras como abrir as persianas e fechar os toldos. Além da climatização, segurança, e assim por diante.

Mas temos outra importante pergunta: quanto custa domotizar uma casa?

DR CLOVIS ULTRAMARI

Em setembro passado aconteceu o “1er Foro de Ciudades Sustentables” rumo a Montevideo 2020. Nele participou convidado o Dr Clovis Ultramari, com sua palestra “Mudanças recentes no Brasil: caso do pais e de Curitiba”. O Dr Clovis é um prestigioso consultor e pertence à PUCPR. Eis um resumo da sua palestra; ficaria muito grato de receber coméntarios dos curitibanos. Vamos lá!

DOMÓTICA 10

A cena CINEMA coloca a luz ténue no seu home theater, desliga a música da casa preparando um ambiente aconchegante para ver um filminho.

Também muitas casas já tem controles simples, por exemplo um cara passa pela frente e se acende um luz exterior na fachada. Ou com uma célula fotoeléctrica se liga a luz no por-do-sol. Só que a domótica agrupa esses mecanismos num controle centralizado, incluino é claro o sistema de alarme. Você pode controlar tudo desde sua própria casa ou remotamente desde um i-phone, desde um tablet ou ainda desde um micro.

DOMÓTICA 9

Na cena CRIANÇAS EM CASA você pode juntar as funções alarme perimetral, luzes exteriores, e também as câmeras de vídeo. E ainda pode tocar o celular da mãe e do pãe se há cuaisquer problemas na casa, ou se as crianças fazem travessuras.

Ou pode configurar as persianas do dormitório do filho adolescente, para que abra a certo horário, e acorde para ir à escola. E como o mecanismo é inteligente não vai abrir sábados e domingos nesse mesmo horário.

DOMÓTICA 8

Uma seqüência noturna deste botão VIAGEM poderia ser: passa um cara pela frente da sua casa, logo se acende a luz exterior, após logo se escuta um feroz cachorro Rottweiler (pelas dúvidas...é uma gravação), e ainda se ligam as luzes do interior da casa. O “cachorro” acordou ao dono da casa...mas a casa estava vazia...É um faz de conta...rss

Conforme alguns instrutores de cão o rottweiler pode ser treinado para não necessariamente ser feroz.


DOMÓTICA 7

Então você pode apertar o botão VIAGEM, perdão pode tocar o botão, pois é uma tela “touch screen” ao tato como a do I-phone. Você toca e fecham-se as persianas e liga-se a alarme perimetral. E a noite vão-se ligar as luzes nos horários habituais, se acende a televisão com a telenovela das oito, claro se você assiste à telenovela…rsss
E o mecanismo inteligente mesmo vai distinguir entre días de trabalho e feriadões e fins de semana.

DOMÓTICA 6

E a terceira pata é muito procurada, trata-se da segurança da sua casa. Vamos ver como pode acontecer isso. A domótica compreende um monte de controles, mas estes estão centralizados. Pero o interesante é que você pode configurar “cenas”.

Por exemplo a cena VIAGEM, as vezes você debe pegar o avião na correría, e não consiguiu fazer uma listagem de coisas a serem feitas antes de viajar, para poder viajar tranquilo, é claro.