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Mostrando postagens de Outubro, 2011

DOMÓTICA 5

Por exemplo você pode controlar a climatização da sua casa, ou a refrigeração e calefação; pode ligar es desligar os aparelhos de climatização e ajustar sua temperatura.

Ou pode trocar a areia da bandeja sanitária do seu gatinho! Ou a comida dele. Acredite se quiser…

A pata da eficiência energética é talvez a mais óbvia, com sensores de presença você pode desligar as luzes dos cômodos vazios, pode percorrer um corredor e vão–se acendendo as luzes conforme você caminha. É possível também ainda não esteja em casa, dimmerizar as luminárias, significa controlar a intensidade das luzes com o dimmer.

DOMÓTICA 4

Ou seja que a casa sustentável poupa energia, água, esgoto, manutenção. Já vimos que a sustentabilidade tem três patas: a meioambiental, a social, e a económica.

Pois a domótica também tem três patas: o conforto, a eficiência energética, a segurança. Quem de nós não gosta do conforto? Mas claro há níveis mínimos de conforto, e outros supérfluos. É um assunto cultural, varia com a época, com a clase social, com a região geoegráfica.

DOMÓTICA 3

Mas o que é esta domótica? É uma palavra composta de “domus” –casa em latin- e o final da palavra “informática”. É o conceito de casa inteligente ou informatizada.

Mas deve-se lembrar que esta edificação “inteligente” já foi desenhada por um arquiteto inteligente ou seja sustentável. É a mesma coisa. O qual ao desenhar pensou na correta orientação dos ambientes da casa. E da adequada envoltória exterior e do uso de materiais recicláveis. Também de equalizar o consumo de energia e água...De aproveitar a água da chuva, e assim por diante.

DOMÓTICA 2

Ou acontece que tem que dar uma saidinha para uma reunião com um cliente e tem que deixar sozinhos aos seus filhos. Pode sair e deixar eles em segurança?

Por exemplo na sua casa vazia começa a bater o sol nas vidraçarias e você quer abrir os toldos para proteção. O que pode fazer? Chama a um amigo e pede para ele chegar até sua casa?

A boa notízia é que hoje pode-se fazer isso e ainda muito mais usando a “domótica” Através dum celular, um micro, um notebook, uma tablet; é possível sim controlar as funções da sua casa.

SÃO PAULO

Com toda a beleza de São Paulo não posso colocar este video no marcador GREEN CITY.

DOMÓTICA 1

Vamos imaginar que saímos de férias e lembramos que não desligamos o rádio. O que você faz? Volta para sua casa a desliga-lo?

Ou no inverno está indo para sua casa, e deseja ligar duas horas antes de chegar a calefação para encontrar um ambiente aconchegante. É possível fazer isso?

RECICLAGEM de CELULARES

HOTELARIA EFICIENTE 9

Conforme Christiaan Gischler, director do programa: “Isto vai facilitar aos hotéis participantes, a venda de créditos de carbono para compensar os custos de seus investimentos em eficiência energética. Impulsionanado também o turismo sem contaminação, e ajudando na promoção do Caribe como um dos principais destinos turísticos com baixos índices de carbono.”

Vocês conhecem a domótica? No próximo encontro vamos começar a desvendar o mistério.

HOTELARIA EFICIENTE 8

Acontece que os custos das transações destas vendas, podem fazer proibitiba a participação dos hotéis e outras empresas, a vulso, no mercado do carbono.

O BID vai trabalhar com os países participantes, na redução das emissões de carbono geradas pelo uso eficiente da energía e o uso de fontes renováveis. Para isso serão feitas esas datalhadas Auditorias Energéticas. O que significa medir quanta energia –ou calor- entra no hotel e quanto ar-condicionado é necessário para amenizar isto. Claro que se o hotel estivesse desenhado conforme o clima local, seria necessário menos ar-condicionado. E una vistoria do gasto e da eficiência dos equipamentos mecànicos. E quanta iluminação artificial é empregada…E se o hotel está bem desenhado poderia-se maximizar o uso da iluminação natural. Tudo isto é o progtama CHENACT-AP.

OBRIGADÃO !

Este blog é finalista do segundo turno do TOP BLOG 2011 !

Obrigadão aos que votaron por ele!

HOTELARIA EFICIENTE 7

Conforme estudos do BID muitos destes empreendimentos hoteleiros no Caribe, poderiam reduzir em até 50% seu consumo de água; e de 30 até 50% o consumo geral de energia.

Mas este projeto também vai financiar um novo mecanismo, para permitir aos hotéis receber dinheiro de vendas dos créditos de compensação, pelas emissões de carbono no mercado internacional.

HOTELARIA EFICIENTE 6

E temos a útima pata, sem a qual o “prédio” sustentável vai desabar: a sustentabilidade económica. Não adianta por caso fabricar eco-tintas se seu preço é caro demais, e ninguém as compra.

Em resumo este projeto de hotelaria eficiente vai financiar auditorias energéticas em hotéis que desejam rebaixar seus custos operacionais, com o uso eficiente da iluminacão, da água, e do ar-condicionado. Há oportunidades de poupança especialmente para hotéis pequenos e médios.

HOTELARIA EFICIENTE 5

A pata meio ambiental é a mais óbvia, no caso dos hotéis básicamente significa o uso eficiente da energía e da água, também a coleta seletiva do lixo. Poupando energía vamos ter menores emissões de gases efeito estufa.

E temos a pata social pois um empreendimento não pode ser sustentável se seus funzionários não tem os direitos das Leis Tranbalhistas. Ou se por exemplo há quaisquer restrições ao ingresso de novos empregados ou público, quer dizer que não há inclusão social.

HOTELARIA EFICIENTE 4

Mas esta CTO vai ter o suporte operativo da Caribbean Hotel & Tourism Association-CHTA e da Caribbean Alliance for Sustainable Tourism- CAST.

Maravilhoso esto último: o fato de que exista uma entidade do turismo sustentável ! Pois acontece que muitas vezes o turismo não respeita o meio ambiente, gerando sujeira e dejetos. Ë um ótimo negócio cuidar do meio ambiente, cuidar do nosso planeta! A sustentabilidade tem três patas. Mas quais são elas?

HOTELARIA EFICIENTE 3

Quem sabe a hotelaria do Brasil pode começar um caminho semelhante aos empresários hoteleiros do Caribe.
Claro que estas Vistorias Energéticas são mais difícis de serem executadas por cada hotel avulso. Por isso neste caso trata-se dum programa de 4 anos de duração, com fundos do BID. E vai ser executado pela Caribbean Tourism Organization-CTO



HOTELARIA EFICIENTE 2

É uma doação de USD 2 milhões para ajudar ao setor do turismo de Barbados, Jamaica, Suriname, Trinidad Tobago, Belice, Haiti, República Dominicana e Guyana; para que façam um uso eficiente da energia.

Este programa CHENACT-AP foi presentado esta quinta feira pasada 13 de Outubro no “Caribbean Renewable Energy Forum 2011”. www.caribbeanenergyforum.com

HOTELARIA EFICIENTE 1

Vocês gostam de passar férias no Caribe? Podem arrumar as malas para viajar…
Hoje vamos falar da hotelaria eficiente. Mas como pode ser eficiente?

Entre outras coisa poupando iluminação artificial, água, e claro ar-condicionado.

O BID Banco Interamericano de Desenvolvimento aprovou o “Programa avanzado de uso eficiente de energia e fontes renováveis nos hotéis do Caribe”, (Caribbean Hotel Renewable Energy & Energy Efficicent Action CHENACT-AP).

BRASIL: MUDANÇAS URBANAS 7

8. Temos ainda politicas inclusivas nos últimos dez anos, com prioridade social as vezes sobre as esigências ambientais.

9. Muito recentemente:as politicas de inclusão social agregam resultados concretos. Agora as pressões por demandas ao gestor urbano são menores mas um pouco mais complexas. Temos assim 32 academias entregues, outras 28 em obra, 6 piscinas públicas climatizadas.

BRASIL: MUDANÇAS URBANAS 6

7. Outra coisa interessante é que existe um aparato legal muito extenso e complexo. A Lei Federal do "Estatuto da Cidade" é do ano 2001. Conforme o tamanho da cidade, a cada dez anos debe revisar seu Plano Diretor.

LIXO EM BARCELONA

O que vocês acham deste sistema maravilhoso para o lixo em Barcelona?

BRASIL: MUDANÇAS URBANAS 5

6. Uma coisa fundamental: os funzionários do governo estão muito melhor preparados. Há uma obsessão pela capacitação constante. Temos concursos públicos. E ainda há democratização no acesso aos cursos técnicos.

BRASIL: MUDANÇAS URBANAS 4

5. Hoje temos estruturas institucionais como o Instituto de Pesquisa e Planejamento de Curitiba: www.ippuc.org.br Curitiba foi a primeira cidade do Brasil a ter Secretaria Municipal de Meio Ambiente, hoje isto é corriqueiro.

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

BRASIL: MUDANÇAS URBANAS 3

3. Na atualidade temos mais participação comunitária no planejamento urbano.

4. Esta participação comunitária sofreu mudanças, no começo estava ausente, logo foi pouco organizada, agora é mais organizada e tecnificada em ONGs. Mas podem surgir problemas com este tipo de participação e a criatividade dos planejadores urbanos, atuando ambos dois juntos. É como quando você vai ao médico, ele escuta você, mas ele toma as decisões, pelo simples fato de que ele tem o estudo da faculdade.

BRASIL: MUDANÇAS URBANAS 2

2. Hoje temos uma quantidade absurda de informação para fazer o planejamento urbano. Mas esta informação é sistematiçada, fácilmente disponível a nível oficial. Lembramos que há 20 anos o planejamento da região metropolitana foi feito voando de avião!

BRASIL: MUDANÇAS URBANAS 1

Esta é a segunda parte da palestra do Dr Clovis no “1er Foro de Ciudades Sustentables”

No Brasil podemos dizer que temos 9 razões para as mudanças urbanas:

1. Há queda nas tasas demográficas. A cidades médias crescem mais rápido que as metrôpoles (São Paulo por exemplo) no passado: tasas de 17% e migração rural-urbana, agora a migração é urbana-urbana. Por exemplo a estabilização de Curitiba poderia-se atingir próximo ao ano 2030.

CURITIBA 11

Também a reciclagem do lixo alcança o 60%, maravilhoso! Curitiba ten seu Plano Diretor no 1965. Feitas já as mudanças estruturais, vem a etapa de pensar em grande e fazer acupunturas urbanas. Este termo é usado pelo... Arq. Jaime Lerner, significa fazer intervenções pontuais para potenciar espaços da cidade.

www.ippuc.org.br

www.curitiba.pr.gov.br

Estes links são para procurar mais informação. Já o seguinte é do meu espaço na rádio onde falei destas quatro etapas.

http://sarandi690.com.uy/programas_ver_ea.asp?idPrograma=28&ano=2011&mes=9&dia=30

CURITIBA 10

Finalmente temos uma quarta etapa nos anos 2000, é a consolidação da cidade como Capital Social. É uma etapa de crise…de crise desejada. Acontece que com a melhora das condições de vida da população, houve um aumento do consumo per cápita, e con ele um aumento do uso do carro privado. Ainda com eficiente transporte colectivo!! O uso do carro privado é um assunto cultural, mas eu acredito na consciência ecológica da gente!

Eu acho que estou ficando doido pela cidade de Curitiba...

CURITIBA 9

Outro interessante projeto refere à Coleta Seletiva, é o programa SE-PA-RE da Prefeitura. Este programa foi bom nos anos 80s, hoje é um programa caro mas é mantido pois faz parte da identidade da cidade. Aquila identidade cuja criação aconteceu na primeira etapa de Curitiba. A identidade é o selo da cidade, em termos de marketing ou melhor ainda de citymarketing é o que se chama de “branding”.

CURITIBA 8

E foi construido o famoso Jardim Botânico. Houve uma polêmica na cidade, pois alguns destes prédios são similares aos originais da Europa. Mas o Dr Clovis contou para nos que esse não seria talvez um problema, Acontece que estes prédios também são visitados por pessoas que não têm condições finaceiras de viajar a Europa, estão esta seria a única oportunidade de conhecer essas obras. O valioso mesmo é como a cidade está gerando inclusão social com esta cultura compartilhada; e não uma cultura para ricos e outra para povres.

Gostam da música de fundo? Rockabilly?

CURITIBA 7

Com a RIT Rede Integrada de Transporte funzionando ótimo, agora temos uma terceira etapa na vida de Curitiba, na década dos anos 80-90. É a consolidação da cidade como Capital Ecológica, onde os espaços perdidos da cidade foram transformados em espaços públicos. Assim surgiu a Universidade Livre do Meio Ambiente, na imagem acima.

E também uma jazida virou na Ópera House, na imagem abaixo.

CURITIBA 6

É um caso de sucesso pois o sistema está sendo implementado em 80 cidades em todo o mundo. Além disso funciona ótimo sem qualquer subsídio da Prefeitura, quer dizer que é sustentável também economicamente! Há pouco tempo foi testado um prototipo de ônibus híbrido da Volvo, com motor elétrico no teto e outro diesel atrás.


CURITIBA 5

A segunda etapa foi o desenvolvimento do sistema de transporte público eficiente nos anos `70; havia muitos problemas de engarrafamento e poluição. Naqueles anos cidade de Curitiba era “desconhecida” para o Banco Mundial; mas a experiéncia virou uma vitrine para ele, já que o banco foi o financiador do sistema providenciando os fundos necessários para implementar este BRT Bus Rapid Transit. Hoje é chamado de RIT Rede Integrada de Transporte.

Hoje este dito cujo transporta 2,4 milhões de pasageiros por dia, tem a capacidade do metrô mas é 100 vezes mais barato por quilómetro. O metrô é subterrâneo, pelo contrário o sistema de Curitiba é um sistema de ônibus –com estações- que vai pelo triho central da avenida.

Na imagem o Jaime Lerner, arquiteto e designer do sistema de transportes de Curitiba.