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Mostrando postagens de Setembro, 2011

CURITIBA 4

Claro que por trás de tudo isto há uma operação de marketing, mas isto é velho como o mundo. Já os imigrantes portugueses eram expertos comerciantes, sabiam muito do dito cujo marketing, ou mercadeo em espanhol.

Em palavras do urbanista Toni Puig, responsável pelo redesenho de Barcelona: “Não gosto do termo americano citymarketing, mas me interessa o que está na sua raiz: como transformar uma cidade num espaço de ótima qualidade, para a vida de todos os cidadãos e suas organizações. Todas as cidades podem atingir isso, inclusive as mais deprimidas. O problema não é o dinheiro: é de vontade cidadã e política com visão de futuro compartilhado. E de ação sem demora.”

CURITIBA 3

Então caiu a ficha! Nossa identidade é a riqueza destas diversas culturas!! Acho ótimo pois tudo isto gera inclusão social.
Na imagem acima temos o Memorial Árabe, e na imagem abaixo o Memorial Ucraniano.

CURITIBA 2

Naquela época a cidade não tinha identidade; o qual é ruim para o turismo e para outras oportunidades de negócio, pois elas geram emprego. Mas havia uma grande riqueza de imigração: do Japão, da Alemanha, da Polônia, da Ucrânia, de Israel, da Italia, dos paises Árabes e da Espanha.

Na imagem acima temos a Praça do Japão, e na imagem abaixo o bosque Alemão.

CURITIBA 1

A segunda-feira da semana passada foi o “1er Foro de Ciudades Sustentables” rumo a Montevideo 2020. Nele participou convidado o Dr Clovis Ultramari, com sua palestra “Mudanças recentes no Brasil: caso do pais e de Curitiba”. O Dr Clovis é um prestigioso consultor e pertence à PUCPR. Eis um resumo da sua palestra; ficaria muito grato de receber coméntarios dos curitibanos. Vamos lá!

Básicamente podemos salientar que Curitiba é uma cidade moderna, natural e integrada, ótimo transporte, e com cultura de imigrantes.

Capital do Paraná tem 1,8 milhões de habitantes, teve há 50 anos uma violenta transformação, contextualizando a realidade podemos distinguir 4 etapas. Na década dos anos 60-70 temos uma primeira etapa da descoberta dos imigrantes, nela foi criada a identidade da cidade!

JLAG

Fui convidado a escrever meu comentário sobre um livro pelo Journal of Latin American Geography, da University of Texas Press. É uma publicação que sai só duas vezes no ano.

Trata-se do livro “Arquitectura con tierra en Uruguay” do Arq. Alejandro Ferreiro. http://www.arquitecturacontierra.com.uy

Vocês podem descarregar meu comentário neste link:
http://muse.jhu.edu/journals/journal_of_latin_american_geography/summary/v010/10.2.steneri.html

Amanhã vamos viajar a Curitiba, eu aguardo vocês.

CIDADES do FUTURO 20

Continua o Joan Clos: “O principal desafio é a organização da convivência urbana.” Veja só a violência urbana de nossos dias: é um grande desafio, sim! “As cidades devem ser mistas (como salienta o Arq. Jaime Lerner) com ótimos serviços e sustentáveis economica e ambientalmente para os nossos moços e velhos, para os que trabalham, estudam, e crian. A beleza e interesse da cidade está na sua diversidade, um cidade geriátrico seria terrível.”

Falamos em diversidade de atividades e usos, e também de inclusão social, como vai acontecer nas Olimpíadas de Londres 2012.

CIDADES do FUTURO 19

Conforme o espanhol Joan Clos diretor do istituto Habitat: “Mais de 1.000 milhões de pessoas moram em condições terríveis em favelas e casebres. A alimentação e a moradia são direitos fundamentais das pessoas, e é constrangedor que uma grande quantidade delas tenham essa carência”.

O Habitat é o orgão da ONU que se ocupa da promoção das cidades sustentáveis. www.onuhabitat.org/


CIDADES do FUTURO 18

A União Européia está financiando estudos e centros dedicados à pesquisa das chamadas “cidades inteligentes”. Nas quais a conectividade das cidades é essencial para garantir “a criação de riqueza, a sustentabilidade social e o meio ambiente” conforme o Panagiotis Tsarchopoulos, diretor de Urenio, um istituto de Salónica na Grécia. Eles já tem desenhado o projeto para a Salónica inteligente, o qual inclui 6 prefeituras com serviços diferenciados e total conectividade, a través de sensores e software. Com certeça com o triplo play: internete, telefone, tv cabo.

http://www.urenio.org/category/digital-cities/page/4/

Mas é uma pena com a Grécia em default o projeto debe estar numa gaveta à espera de melhor oportunidade.

CIDADES do FUTURO 17

Ao respeito deste crescimento de 90% das ciudades, a boa noticia é que no Brasil não estão crescendo tanto as metrópoles somo São Paulo por exemplo, senão as ciudades médias! Se cogita que a sustentável Curitiba vai estabilizar sua população sobre o ano 2030.

Tenho informação de primeira mão pois assisti à palestra do Dr Clovis Ultramari da PUCPR, no “1er Foro de Ciudades Sustentables- Hacia Montevideo 2030.”

Vou publicar link com a reportagem -em português- que fiz a ele, sobre “As 9 razões para as mudanças urbanas no Brasil” !! É só aguardar um pouquinho.

CIDADES do FUTURO 16

Nos paises emergentes pelo contrário a população urbana vai aumentar 90% entre 2010 e 2030! É para já!!

“O importante não é conter o crescimento –se isso fosse possível- senão ir à luta contra a pobreza e facilitar a todos água potável, esgoto, energia, transporte coletivo. Além disso limitar o impacto meioambiental que significa passar solo agrícola a solo urbano."

É mesmo um grande desafio, o que vocês acham?

ALVIN LEE (2)

Vocês já saben que sou doido pela música do Alvin Lee!

CIDADES do FUTURO 15

O urbanista espanhol José María Ezquiaga diz que na hora de preparar as ciudades para esta avalanche de população temos devemos distinguir entre os países desenvolvidos e os emergentes.

Nos primeiros haverá um mínimo aumento de população; mas o problema vai ser conter a dispersão no território. As periferias muito espalhadas não são sustentáveis, pois é muito caro levar os serviços de infra-estrutura. O melhor claro, são as cidades compactas.

Neste film vemos as conseqüências da catástrofe provocada pelo homen...

CIDADES do FUTURO 14

Já o arq. Alejandro Zaera diz que “o grande desafio é a sustentabilidade das cidades, mas isto requer diminuir seu consumo energético, impulsionar o transporte público e eliminar o carro privativo”. Sua aposta é por “prédios com muito isolamento térmico e com melhor desempenho para que a calefação e o ar-condicionado sejam quase desnecessários”.
Na luta contra a mudança climática ele propõe uma taxa sobre as emissões dos gases efeito estufa. E lembra que os cidadãos dos Estados Unidos emitem 4 vezes mais do que deveriam para serem sustentáveis!

CIDADES do FUTURO 13

Temos que no mundo tudo há diversas instituções e ONGs matutando sobre o futuro, como o Institute for the Future ou o C-40. www.c40cities.org

Este c-40 é o grupo das 40 maiores cidades do mundo, hoje chamadas de mega-cidades ou metrópoles. É um grupo de liderança em clima. A cidade de São Paulo faz parte dele.

Podemos lembrar ao filósofo húngaro Ervin Laszló: “A globalização e a mudança do mundo chegaram a um ponto que é caos ou o mundo sustentável”.

Mas também no século pasado até o cinema ocupou-se das metrópoles…

CIDADES do FUTURO 12

O quinto são as REFERÊNCIAS URBANAS. Em palabras do Jaime Lerner: “Toda cidade tem as suas e há que conserva-las. Eu nasci em uma casa colada a uma estação de trem. Não é patrimonio da humanidade não, mas era mina referência no bairro. Esses prédios perdem sua utilidade original, mas podemos reutilliza-los.”
Podem conservar sua envoltória exterior –sua casca- até suas fachadas, mas desempenham outra funções. Chama-se de reciclagem ou retrofit.

Na imagem acima: isto é um shopping hoje, mas já foi uma cárcere, ainda vocês não acreditem!


NONA SINFONIA

Foi muita tentação mesmo ouvir esta Nona Sinfonia do Ludwig van Beethoven.


CIDADES do FUTURO 11

O quarto é a DIVERSIFICAÇÃO: “Há pessoal que quer viver na cidade e ao mesmo tempo fora dela. E alí temos esses guetos de gente muito rica o muito pobre”.

Onde a gente quer se cuidar e botam grades eletrificadas. Até que cai a ficha de que eles estão presos!

“O melhor é a mistura social, se o pessoal se conhece não serão inimigos. Em Curitiba no 80% dos bairros, pobre e ricos têm um alto nível de convivência. No boom da construção em Copacabana os favelados trabalhaban nos canteiros de obra, não havia a violência que temos hoje”.

Neste filme do 1971 -com música do Beethoven- já era anunciada a violência urbana.


CIDADES do FUTURO 10

O terceiro é o USO MÚLTIPLO: “Não pode-se pensar em setores da cidade que fiquem vazios por 16 horas. É um grande –outro- desperdízio. O melhor exemplo é a tartaruga pois combina trabalho, casa e deslocamento, tudo junto. Como ficaria una tartaruga cortada em várias partes? Pois isso mesmo estamos fazendo com as cidades, morá cá, trabalhar lá, se divertir em outro lugar. Isso não é sustentável, não é mais possível no mundo de hoje”

CIDADES do FUTURO 9

O segundo pilar é a COLETA SELETIVA: “una das maiores fontes de energia é o desperdízio. Muitas cidades fazem compactação de lixo, contaminando assim o reciclável com o orgânico. Mas porque não separar o lixo na nossa casa?”

Este site Recicla Fácil é ótimo: www.reciclafacil.com.br

“A sustentabilidade é uma ecuação entre a poupança e o desperdízio. Se o desperdízio é zero, a sustentabilidade vai para o infinito”.

CIDADES do FUTURO 8

Cá vai o primeiro: MENOS CARROS “O negócio é não usa-lo para viagens rotineiros como ir ao trabalho por exemplo. Mas para que isso seja possível a cidade deve fornecer um sistema de transporte público eficiente. O qual vai ter baixas emissões de gases efeito estufa ou GEE. O automóvel é como a sogra, temos que ter boas relações com ela, mas não deixar que domine nossa vida.”

CIDADES do FUTURO 7

Como vocês já adivinharam trata-se do Arq. Jaime Lerner, o pãe da Curitiba moderna. Ele nos diz que “a gente ve as ciudades como problema, mas eu acredito que são a solução. Se nós tivéramos uma visão generosa das ciudades, também iamos ser generosos com nosso planeta”. Falando em mudança climática o 75% das emissões de CO2 acontecem nas metrôpolis. É porque nas ciudades se cria o 80% da riqueza do mundo.

Curitiba foi a prrimeira cidade brasileira que não aceitou a industrialiazação sob qualquer preço. Indústrias sim, mas que não contaminam. Hoje a cidade tem três milhões de habitantes, é a cidade mais rica do sul do Brasil. E tem o menor índice de criminalidade do país.

Sua receita para uma cidade sustentável -pois disso estamos falando- tem cinco pilares, os quais vamos devendar no próximo encontro.

CIDADES do FUTURO 6

Mas também há uma outra biblioteca, a dos otimistas os quais vem o crescimento poblacional como uma oportunidade para usar melhor os recursos que temos e aplicar as novas tecnologias. Eles dizem que as cidades agem como método de controle de natalidade. Acontece que ao melhorar o nível de vida e ter acesso aos serviços da saúde, limitan-se de forma voluntária o número de crianças. É o que acontece com a população envelhecida da Europa. Já na China existe o controle da natalidade imposto pelo governo obrigatoriamente.

Mas cá no Brasil temos um prestigioso urbanista, arquiteto, ex-prefeito e ex-governador, que também ve as cidades como solução e não como problema.
Trata-se do…?


CIDADES do FUTURO 5

Este hotel (post de ontem) é o Fairmount Waterfront em Vancouver, Canadá. Ele poupa USD 30.000 ao ano na sua cozinha pois colhe da sua cobertura hortaliças e legumes.

Nestas duas imagens temos o Solaris Tower do arq. Ken Yeang em Singapore.

Há urbanistas que vem este assustador crescimento da população das cidades como uma ameaça. Na atualidade a metade da população mundial é urbana, mas o problema é que para o ano 2050 esse percentual vai poular para o 75% !

CIDADES do FUTURO 4

Até agora as ciudades só ocupam o 2% da superficie terrestre. Mas há alarme pelo aumento dos preços dos alimentos nos últimos 3 anos, pelo fato de que a produção cresceu menos que o consumo. Há técnicos dizendo que o cimento –a expansão das ciudades- arrasa terra fértil e compite com os camponeses pela água.

Anthony Townsend do “Institute for Future da Califórnia” propõe impulsionar o cultivo urbano. Trata-se de criar edificações com terraços e balcões para poder assim cultivar hortaliças e legumes, e para educar à população para que tenha pequenas hortas urbanas. http://www.iftf.org/

Onde fica este hotel?

CIDADES do FUTURO 3

E imerso tudo isto nos temores pela mudança climática e as catástrofes naturais desencadeadas. No domingo passado a temperatura no Rio Grande do Sul variou mais de 30ºC, foi inverno e verão no mesmo dia! http://www.metsul.com/secoes/visualiza.php?cod_subsecao=37&cod_texto=153

O urbanista espanhol José María Ezquiaga diz “o problema não é se encaixar nas cidades, senão ter qualidade de vida.” Isto supõe que os novos habitantes das cidades devem ter acesso à educação, à saúde, à água potável, ao esgoto.

CIDADES do FUTURO 2

Que diriam se eu conto para vocês, que a população mundial vai chegar aos 7.000 milhões de habitantes nestes próximos meses? Mas o pior ainda está por vir, pois a ONU diz que no fin do século vamos chegar aos 10.000 milhões!

O grande desafio é organizar as cidades para lhe dar acolhida a essa avalanche de gente. Mas o desafio é ainda maior, pois há projeções que nas próximas décadas 3.000 milhões de pessoas vão deixar o campo, procurando uma vida supostamente melhor nas cidades

CIDADES do FUTURO 1

Assim moravan os nossos antepassados. Amanhã vamos começar a refletir sobre as Cidades do Futuro.

Poderão as nossas cidades acolher uma população mundial.de 7.000 milhões de pessoas?

SOLAR CORPORATIVA 15

O segundo patamar são coletores que alcançam as temperaturas de 90º até 200ºC. Suas aplicações são em calefação com radiadores ou fan-coil; na geração de vapor; no frio solar; e na dessalinização da água.

O custo da instação é de 1.100 até 2.100 USD/m²; com uma produção de agua quente de 700 até 1.000 Kwh/ m². E na produção de frio 800 até 1.100 Kwh/ m².

Agora o terceiro patamar é para coletores que chegam a temperaturas maiores de 200ºC, seu único uso é na geração de eletricidade, São conhecidas como hortas ou granjas solares, como vemos na imagen abaixo.

SOLAR CORPORATIVA 14

Pois é segundo a tempertura do sistema temos 3 patamares: baixa, média, e alta temperatura. Até os 90ºC temos a baixa temperatura, com aplicações em água quente sanitária, calefação por laje radiante ou fan-coil. Também em piscinas e frio solar! E uso em procesos industriais como nas indústrias avícolas e de produtos suínos.

Com dados da Assyce Group (da Europa) temos que o custo de instalação é de 700 até 1.000 USD/m²; com uma produção de 700 até 1.000 Kwh/ m²;

Quais são os de média temperatura?

SOLAR CORPORATIVA 13

Com a tecnología de hoje a energía nuclear deveria ser mais segura que no século pasado. Mas tenho que salientar que o problema dos dejetos nucleares, ou seja o lixo nuclear não está resolvido. Este aspeto da questão, nunca aparece na discurso dos defensores da energía nuclear quando eles falam em energía limpa!!

Há meses vimos como um trem transportaba lixo nuclear por trem na Alemanha, para ser depositado un em uma antiga mina de sal. Hoje se sabe que há vazamentos radiativos!!!

Mas voltando aos coletores solares, serai que os podemos clasificar em diversos tipos conforme a tempertura alcanzada?

SOLAR CORPORATIVA 12

No Brasil a média anual é de 280 dias de sol, é ótimo para os coletores. Conforme dados da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado,Ventilação e Aquecimento ABRAVA cada m² de coletor solar instalado gera anualmente energía equivalente a 215 kg de lenha, a 55 kg de gás de botijão GLP, 66 litros de óleo diesel, 73 litros de gasolina. E também evita a inundação de 56 m² nas hidrelétricas; e também pode poupar o uso da energía nuclear.

O que se pode dizer da energía nuclear?

SOLAR CORPORATIVA 11

Os países onde esses sistemas são comuns é porque têm isenções fiscais, é um assunto político. Na Espanha por exemplo os equipamentos têm subsídios fiscais de 30%, e as tarifas de eletricidade de 50%; se você instala coletores solares.

Estes sistemas são fabricados para que durem 20 até 25 anos. Com manutenção adequada e vistorias anuais, é claro.

Mas sabem vocês qual é a média anual de dias de sol no Brasil?

SOLAR CORPORATIVA 10

Acontece que estes sistemas sempre levam um back up, trata-se de uma resistência elétrica colocada dentro dos reservatórios, ou ainda uma caldeira de passagem a GLP. Este back up está ligado à bomba pelo controle diferencial de temperatura.

É muito importante o isolamento térmico dos sistema: os reservatórios e as tubulações. Para isso se usa a termografia, é como uma foto da instalação, só que cada cor representa uma temperatura diferente como vemos nas imagens. O que se faz é tirar a termografia dos coletores e tubulações, procurando se há perdas térmicas.

SOLAR CORPORATIVA 9

Seguindo com nosso esquema básico de campo de coletores e reservatórios de inércia térmcica, temos que dizer que entre eles temos o sistema de distribuição. É formado pelos tubos e acessórios; e claro a bomba circuladora. Na realidade são duas pelo caso de uma eventual falha.

E algo importante: tudos os controles computadorizados do sistema, são sensores de temperatura que medem a temperatura da agua na saída dos coletores e nos reservatórios. Estes controles ligam e desligam a bomba, pois para segurança quando a agua chega a 90-100ªC a circulação debe parar. E também no caso de geadas a bomba é acionada para que o fluido não se congele. O ótimo seria ter o sistema sem paradas e com uma temperatura razoável.

No entanto o que sucede com varios días consecutivos nublados? Não vamos ter água quente para tomar banho?

Amanhã vamos desvendar o mistério.

SOLAR CORPORATIVA 8

Acontece que é necessário uma ótima relação, entre a totalidade dos m2 instalados de coletores e a capacidade dos reservatórios (litros). O común é producir mais água quente que a necessária. Há uma desfassagem entre a produção e o consumo, o corriqueiro é producir hoje e consumir amanhã. No caso de hotéis por exemplo, se dimensiona o sistema para o consumo de pico multiplicado, claro, por um coeficiente. A água usada deve ser então armazenada.

Já imaginaram vocês o hotel lotado e com pouca água quente?

SOLAR CORPORATIVA 7

Ao respeito do rendimento temos que dizer, que sua medida só é possível com a monitoração do sistema. Hoje temos tudas as tecnologías da informação para nos ajudar. Mas como são estes sistemas completos?

Básicamente temos um “campo” solar –o conjunto dos coletores- e os reservatórios (boyler) de inércia térmica. Estes últimos são diversos, pois vamos a armazenar a água quente en reservatórios intermediários.

Nas imagens temos o Hospital Virgen de la Nieves em Granada, Espanha. São um total de 700 m2 de coletores, para água quente sanitária, e para a piscina, E com 592.450 Kwh/ano

Mas porque tudos estes reservatórios intermediários?

SOLAR CORPORATIVA 6

Mas com as grandes instalações como hotéis por exemplo, pode-se fazer um contrato como na Espanha. Alí se faz um contrato de produção de agua quente, medido em Kwh/ano com a empresa fornecedora. E como todo contrato tem previsões de multas por não cumprimento do contrato.

Pois temos duas coisas diferentes, a garantía do produto e a garantia da montagem. Esta última debe ser de uma empresa credenciada. Voltamos ao exemplo do carro, com garantía de x anos ou “x” quilómetros, se você faz a revisão numa oficina credenciada.

Esta instalación da Assyce Group é o Ecohotel em Puerto de Ojén em Málaga, na Espanha. São 386 m2 de coletores que providenciam água quente sanitária, calefação e mais água para a piscina. Com 324.700 Kwh/ano.

SOLAR CORPORATIVA 5

O que faz a diferença é que uma instalação pode ser rentável ou não, há lugares onde não podemos instalar coletores; por isso é necessário um ótimo projeto. Também significa que deve ser possível a amortização dos equipamentos num prazo razoável de 1 a 3 anos.

E assim chegamos ao assunto da certificação, no Brasil os coletores são certificados pelo Inmetro. Desde os menos eficientes até os mais eficientes. Mas o Inmetro não pode proibir os painéis pouco eficientes, é como nos carros. Há carros baratos que duram só 5 anos, e bons carros que duram um monte de anos. E por isso têm maior valor de revenda.