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CITTASLOW 4


Como um gesto simbólico, para atingir uma cidade mais amável e com menos correria, o prefeito atrasou em media hora o relógio da igreja! E prohibiou a circulação de carros pelo centro da cidade. Estas e outras medidas mudaron o rosto da cidade e de seus habitantes.

Há um livro do Robert Venturi “Complexidade e contradição na arquitetura”, onde ele diz que na maioria das vezes não é questão de branco e preto, e que abundam os cinzas. Claro que cinzas escuros…e “claros”…rsss. É isso mesmo, estas slow city podem convivir com as cidades comuns, com as megacidades como São Paulo, com a Curitiba do Jaime Lerner. É bom dispor de todas as opções, a cada um sabe onde ele deseja morar; não é o caso de impor jeitos de viver, isso é fundamentalismo.

Em resumo a slow city é uma corrente de pensamento, a qual se ocupa dos cuidados com a cidade, e com os dos seus habitantes que moram e trabalham nela, e também com os visitantes: os bem-vindos turistas.



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