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Mostrando postagens de Abril, 2011

PESCIA (2)

LONDON 2012 (28)

- desenvolvimento dum sistema totalmente integrado de comunicações para encorajar ao mundo todo a reciclar. Em harmonia com o programa “Recycle Now” e “Recycle for London”.
- treinamento de voluntários.
-transferência de conhecimentos sobre a gestão de resíduos no sector eventos, após Jogos.

Os Jogos são um caso excepcional pela grande quantidade de instalações temporárias. As permanentes são construidas só no caso tenham uso pós-Jogos. Após deles vem a re-distribuição dos equipamentos usados como móveis para as escolas, etc

Já a desmontagen das instalações normalmente é rápida. Se produz um monte de resíduos e danos! Por isso é importante o controle do pocesso. E claro multas, não adianta só controles sem sanções! Há preferência da desmontagem sobre a demolição. As estruturas metálicas são parafusadas, sem solda.

Enquanto a herança, está se organizando um esquema de gestão do lixo, monitoração contínua, relatórios. Se impulsiona a criação de novas facilities, as quais também são uma fonte…

USINA RECICLAGEM DE LIXO

LONDON 2012 (27)

É possível atigir a meta do reúso, reciclagem, composting (2 imagens acima) do 70% dos resíduos, emprestando atenção a estes factores:

- uso de ótimos sistemas de gestão dos resíduos.

- desenvolvimento de ferramentas para que o desenhista e o empreteiro possan identificar oportunidades de reúso e reciclagem.. Ex.: o reúso de móveis nas escolas após os Jogos.

- uso de embalagens de alimentos para potenciar seu reciclagem, de preferência de um só material. Ex: o tetrapak é muito difícil pois tem plástico na tampinha, papelão, foil de alumínio.

- uso de um sistema de lixeiras de bom desenho para a coleta seletiva, com cores de fácil comprensão para todos os visitantes extrangeiros.

LONDON 2012 (26)

As empreteiras estão trabalhando com os fornecedores para lhes retornar os paletes e outras embalagens.

Para reduzir os deslocamentos dos caminhões e as emissões de CO2, foi instalado no local uma máquina de produção de aparas de madeira para ser usado como combustível. Também outra para moer e compactar concreto e ticholos de demolição.

Até os rios são usados para o transporte de madeira, painéis de gesso, plástico, reciclados, vidro, latinhas, lixo geral. A cada semana uma barcaça leva os resíduos desde o Olympic Park.

As olimpíadas são uma ótima oportunidade de inspirar mudanças na gestão dos resíduos no setor de eventos. Focados no conceito fundamental de “lixo é recurso”. Um detalhado estudio foi feito para estimar a quantidade total de resíduos emergentes na época dos Jogos, eis os resultados:

Aproximadamente 8.250 toneladas de lixo operativo serão geradas, o 60% no Olympic Park.

Também aproximadamente o 40% dos resíduos serão alimentos o embalagens contaminados pelos alimentos.

LONDON 2012 (25)

É muito encorajador o fato de que o pessoal da organização leva a sério as práticas de gestão dos resíduos; há estudos sobre tipos e volumes destes nos Jogos. Sendo atingidas metas como o 98% do material de demolição foi reciclado ou reusado. Adicionalmente o 80% do solo do Olympic Park foi limpo e reusado.

As fundações do Acquatic Centre, Handball Arena, Olympic Stadium, hão usado concreto con 30% de materiais reciclados.

Foi escolhida uma empresa para fazer possível que o 90% dos resíduos da construcção, não foram para o aterro. Pelo contrário foram para o reuso ou para a recuperação. Esta meta está sendo atingida, e obviamente significa melhores práticas industriais num Mega-evento como este. Temos o Waste Consolidation Centre WCC que faz a seleção dos resíduos vindos de 17 empreteiras no parque tudo. Estes materiais incluen madeira, ticholos, concreto, plástico, metais, resíduos de escritórios. Importante é o fato de como as empreteiras participan das auditorias para mostrar como el…

LONDON 2012 (24)

O desenvolvimento deste Mega-evento mundial providencia a oportunidade de criar a micro-economia do resíduo eficiente. Implementando a infra-estructura e os processos para minimizar o lixo. E maximizar o reúso e a reciclagem. Neste caminho o London 2012 almeja atingir novos padrões de redução de resíduos e aproveitamento de recursos.

As áreas prioritárias para a ação incluen o desenho das edificações Olímpicas. E da herança das facilities para operar com eficiência no quesito resíduos, tanto como possível. Também a redução dos resíduos durante a construção, operação, demolição, ou reconversão (isto último é o melhor) de ambas duas facilities: as permanentes e as temporárias.

E claro honrar o compromisso dos “Jogos Zero Resíduos” feito na apresentação da candidatura para a sede das Olimpíadas 2012. Os quais são definidos assim: zero lixo direto ao aterro sanitário no periodo dos Jogos.

O uso da educação pública e atividades de divulgação para promoção do estilo de vida com baixo-resíduo…

LONDON 2012 (23)

Com britânico orgulho os organizadores dizem: “um dos mais visíveis elementos de sustentabilidade das Olimpíadas vai ser com certeza a gestão dos resíduos”. O Comité dos Jogos e os parceiros
(Coca-Cola, Cadbury, Mc Donalds) estão focados com que o lixo seja minimizado já desde o programa. E também desde o planejamento da Herança pós-Jogos; mostrando como a redução dos resíduos e a reciclagem faz sentido económico e meioambiental.

Ao fin não é um bom negócio cuidar dos NOSSOS recursos naturais?

O Programa tem 6 níveis de hierarquia desde o melhor para o meio ambiente até o pior:

1 redução do consumo, significa que se você tem 20 pares de sapatos não é um cara sustentável.
2 reúso das coisas, por ex. a Campanha do Agasalho em Porto Alegre-RS.
3 reciclagem e composting (é o adubo orgânico).
4 uso de novas tecnologias para poupar energia.
5 queima de lixo para produzir energia.
6 o lixo vai para o aterro sanitário: vade retro, Satanás!

LONDON 2012 (22)

Vamos tocar um assunto apaixonante para mim, os resíduos. Acho que por ética os arquitetos deverian-se preocupar com isso. Desde o pique do projeto usando materiais reciclados ou melhor ainda recicláveis. Já deu para perceber que não gosto dos arquitetos “artistas” que poem como eixo do seu projeto a parte estética. Primeiro de tudo o arquiteto é um TÉCNICO SUSTENTAVEL, após artista. Mas há honrosas exeções como o Norman Foster o qual é artista e técnico.

Mas voltando às Olimpíadas, a visão do comité organizador dos Jogos é: “fazer entrega dumas Olimpíadas Zero Resíduo, demostrando boas práticas de gestãodo recurso. E fazendo promoção de mudanças de conduta duradouras”. Isto referido às condutas dos consumidores. Achei maravilhosoão que eles falam dos resíduos como recurso, e isso significa din-din! Se o pessoal não tivesse essa miopia, enxergaria o lixo jogado alegremente nas ruas ou nas caçambas como dinheiro!

Morar no estilo de vida “One Planet Living” quer dizer –entre outras coisas…

PESCIA (1)

Hoje vamos seguir a viagem, mas agora a Pescia, na Italia. Estes videos são produzidos pelo meu ex-professor de Italiano e agora amigo; o Alessandro e sua esposa Daniella. Boa Viagem!


RICK STEIN

Se vocês estão preparando uma viagem ao Mediterrâneo, ou quer aprender sua cozinha, seus costumes, e ainda almejam ter emoções, eu indico com carinho estes documentários “Escapes to the Mediterranean” pelo chef inglês Rick Stein. Neles consigue transmitir lições de vida, e claro a sadia dieta Mediterrânea.

ECO-EVEREST (3)

Este video é da expedição Eco-Everest 2008.

É possível se emocionar falando de cozinha? Amanhã vamos ver.



ECO-EVEREST (2)

A meta é chegar ao cume do Everest e abaixar 5.000 kg de resíduos (na imagem acima), uns destes 4.000 kg da zona que está entre o campo base e o campo II; os outros 1.000 kg vão ficar na zona entre o campo II e o cume.

Os resíduos orgânicos serão entregues no Comité para Controle da Poluição, uma ONG de Sagarmatha. Já o lixo seco será trocado por 100 rupias, conforme o conceito “Cash for Trash”.

A expedição vai empregar sistemas ecológicos como o forno solar para cozinhar, o Seripens para purificar a água envez de ferve-la.

ECO-EVEREST (1)

Hoje vamos falar de algo muito bom para mim, é uma colheita de lixo, só que tem um detalhe…é feita nas encostas do monte mais alto do mundo. Trata-se do monte Everest de 8.882 m de altura, na fronteira do Nepal com o Tibet; este foi atingido pela vez primeira no ano 1953.

Esta expedição Eco-Everest é desenvolvida pelo quarto ano consecutivo; nos outros três anteriores foram descidos 12.000 kg de resíduos, até de perto do cume, e mais quatro corpos para serem enterrados com dignidade. O lixo é formado por garrafas de oxigênio -usadas para poder respirar- cordas inservíveis, barracas estragadas, restos de comida e embalagens.

A expedição de 22 montanhistas é organizada pela Asian Trekking www.asian-trekking.com seu dono é o Ang Tshering Sherpa; e dirigida pelo Dawa Steven Sherpa –seu filho- e por Apa Sherpa. Este último com seus 51 anos vai atingir o “teto do mundo” pela vigésima primeira vez!

PÁSCOA

Ouvindo ao bispo Monseñor Nicolás Cotugno senti vontade de fazer algumas reflexões. Nestes tempos de consumismo desenfreado, quando para muito pessoal a felicidade é básicamente comprar coisas, é bom lembrar que a Páscoa é uma festa de profundo significado religioso e espiritual. Estamos celebrando a ressurreição de Jesus Cristo! Não é a festa do chocolate ou só a data boa para tirar férias!

Mas também a vida não pode ser só trabalhar e ganhar dinheiro; vocês não sentem uma fome de alimento espiritual?

Feliz Páscoa!

PS: na próxima vamos falar duma colheita de lixo...no Everest.


BENNY HILL

PEGADA DE CARBONO

Esta é uma reportagem feita com meu amigo Alfonso Vivo na residência do Embaixador britânico em Montevideo; nas imagens vemos a Eng. Laura Martínez encarregada de monitorar a pegada de carbono nas embaixadas do Reino Unido na América Latina. Lendo os planos dos organizadores das Olimpíadas de Londres 2012 vemos como os ingleses levan a sério o assunto da SUSTENTABILIDADE, mas agora eu teve esta outra comprovação.

Neste link
http://sarandi690.com.uy/programas_ver_ea.asp?idPrograma=28&ano=2011&mes=4&dia=1

podem abrir o audio da reportagem, e clicando logo em: “Escuchar programa de 01-04-2011” vão conseguir ouvir ele.

O engraçado foi que iamos a fazer a reportagem no ensolarado jardim, falando dos coletores solares da residência, mas não deu pois havia um papagaio “diplomata” que queria puxar conversa, acreditam vocês?



ESTRADAS VERDES (8)

O conceito de whitetopping é baseado nun simples fato: o concreto colocado sobre os asfalto tem boa aderência, as duas capas trabalham juntas. O negócio é segurar a aderência entre a recapagem do concreto e a base de asfalto. A capa de concreto -devido a sua rigidez- tem a virtude de transmitir a pesada carga do tráfego numa grande área; o qual o asfalto não consigue fazer bem.

Conforme a espessura da recapagem e a distância entre juntas, temos 2 tipos de whitetopping.O whitetopping ultra fino UTW (imagem acima) é ótimo para o conserto de pavimentos de asfalto nas ruas de baixo e medio trânsito de caminhões. A espessura da laje é de 5 até 10 cm; a separação das juntas é 0,60 até 1,80 metros. O concreto é colocado sobre o asfalto limpo e até com processo de fresado, a rugosidade assim conseguida acrescenta a aderência.

Já o whitetopping convencional CW é usado para pavimentos de asfalto estragados com medio e alto tráfego de caminhões. Ë uma capa de concreto de 12,5 até mais de 20 cm de…

ESTRADAS VERDES (7)

O whitetopping é uma eficiente alternativa para a reparação de pavimentos de estrada de alsfalto ou concreto, mas usando lajes de concreto. (Fonte: Ph D. Jamshid Armaghani)

No caso da Flórida em USA, houve um crescimento do volume do trânsito e cargas nas estradas. Muitos pavimentos tinham já pegadas e fissuras a idade adiantada; então seria possível uma recapagem com asfalto, mas com este trâfego aquecido as fissuras voltarão com certeza.

Uma outra alternativa é desenhar pavimentos de maior espessura, porém a Flórida só há construido pavimentos de asfalto delgados, 5 até 15 cm, para reducir o potencial de deformação e fissuração; acontece que temos uma combinação de altas temperaturas e trâfego de caminhões com carga pesada, o qual produziou frequentes recapagens. Conforme o Análise do Ciclo de Vida ACV o whitetopping é mais eficiente que multiplos recapagens de asfalto.

ESTRADAS VERDES (6)

Tem algo a ver plantar árvores com as estradas de concreto?

Pois é, as árvores absorvem o CO2 e convertê-lo em oxigênio, chamase de fotossíntese. Conforme o Eng. Jaramillo o concreto das estradas sofre um processo de carbonatação no qual também absorve CO2. O interessante deste processo, desconhecido para muito pessoal, é que chega a absorver o triplo do CO2 originalmente emitido na fabricação do cimento. O problema com a carbonatação é que pode danar as armaduras de aço, por isso estas devem ter ótimos cobrimentos de concreto.

Até agora vimos as estradas novas de concreto; mas existe um processo de reparação chamado de whitetopping.

Mas o que é este dito cujo de whitetopping?

ESTRADAS VERDES (5)

E falando em dinheiro, as deformações do asfalto provocam energia a ser absovida pelo motor para superar elas, e claro maior consumo de combustível. Já as estradas de concreto muito pelo contrário, debido a sua rigidez não tem esse consumo para superar as deformações. (Fonte: National Research Council of Canada).

Estas estradas verdes são amigáveis com o meio ambiente pois -conforme os fabricantes de concreto- há uma redução da temperatura ambiente de até 5 ºC e da temperatura próxima à sua superficie de até 14 ºC.

Também se reduzem os volumens de excavação do terreno na sua construção. Mantêm-se inalteradas diante derramamentos de hidrocarburos. Como sua vida útil é longa sua manutenção é facilitada. As de asfalto sempre levan diversos processos de reparación na sua vida útil.

ESTRADAS VERDES (4)

No quesito segurança também as de concreto (imagem acima) se saem na frente. A distância de freado nas condições de pavimento úmido, seco, ou com pegadas e deformações na sua superficie sempre é menor nas de concreto.

Têm maior visibilidade pelo reflexo da luz; as de asfalto devido a sua cor preta (imagem abaixo) o reflexo é inexistente. O de concreto é um pavimento sem deformações frente a cargas intensas e excessivas. Também essa rigidez em três dimensões permite manter as condições de drenagem da estrada, reduzindo assim os riscos de aquaplanagem.

Mas a parte estética também está abrangida pois nos parkings dos supermercados, rodoviárias, pátios de caminhões, é sim possível aplicar um tratamento de textura, por exemplo semelhante a um pavimento de pedra.

Temos mais vantagens: devido a sua cor clara o pavimento de concreto das estradas necessita menos iluminação pública que o de asfalto. É claro menor iluminação é menos din-din!! (Fonte: Pace & Becker, Bs As 1999)

BRASIL DE LUTO

Impossível não dizer nada, fiquei muito triste e com raiva, o Brasil todo está de luto.

ESTRADAS VERDES (3)

Desde o ano 2005 chama-se de “estradas verdes” às feitas de concreto, as quais têm inúmeros benefícios ambientais sobre as de asfalto. Lembrando que o asfalto é o resíduo da destilação natural do petróleo, então evitar o uso deste recurso com data de validade já é importante. Muitos técnicos concordam que temos petróleo para só 50 anos, o que significa que está se esgotando aos poucos, e cada vez mais o custo da sua extração será maior.

As estradas de concreto têm uma vida útil de 20 até 50 anos e mais ainda; o interessante é que por exemplo uma estrada principal de concreto de 20 cm de espessura, se nós a fazemos de 22 cm estamos duplicando sua vida útil, embora você não acredite!

Sempre falando da comparação “concreto versus asfalto”, as de concreto têm menor custo social devido à menor quantidade de acidentes de trabalho nas tarefas de manutenção, sua manutenção é facilitada. Pelo contrário nas de asfalto a manutenção é importante.


ESTRADAS VERDES (2)

A imagem é duma reportagem que fizemos para nosso espaço na rádio Sarandi: “Arquitectura Sustentable”, no notebook temos ao Eng. Diego Jaramillo.

Mas, fazendo um pouco de história podemos dizer que o primeiro pavimento de concreto foi executado em Bellefountain, Ohio (USA) em 1893! Hoje no mundo ainda coexistem dois tipos de ruas e estradas; as de asfalto e as de concreto. Na imagem a seguir vemos a Avenida III Perimetral da minha saudosa cidade de Porto Alegre.

Mas ao fin o que é uma estrada verde?

ESTRADAS VERDES (1)

Vou fazer uma confissão, quando fui convidado à “4ta Jornada de Hormigón en Uruguay”, assisti sem muita vontade achando que seria só de interesse para os engenheiros civis de estradas.

Mas, alí conheci uma outra visão do concreto e o novo conceito de Estradas Verdes. Entre outros, tivemos um palestrante prestigioso: o Eng. colombiano Diego Jaramillo vice-presidente da Federación Iberoamericana del Hormigón Premezclado FIHP. Alí nos foi entregue uma valiosa publicação: “Los 10 mandamientos del pavimento de concreto”, referido às estradas claro; da autoria do Eng. Marcos Dutra de Carvalho da Associação Brasileira do Cimento Portland ABCP.

ARQUITECTURA del VACIO (3)

O autor faz uma aposta à mistura do trabalho e do lazer criativos; hoje há no mundo muito pessoal tele-trabalhando desde seu lar. Podemos lembrar que na Idade Média não existia o turismo como o temos hoje; o homen morava e trabalhaba na mesma casa, o turismo como conceito foi surgindo aos poucos com a separação do trabalho e da moradia. Com certeza as cidades deixaram de ser um lugar ótimo para ter uma vida feliz; então o homen começou a fugir dela com sua família ao campo, às praias, ás montanhas.

Mas há também o lazer não criativo, refletido no pesssoal de todas as idades com frustrações, e sem futuro, o que gera violência, a difussão da droga como compensação, a carência de valores humanos. E finalmente a alienação do homen moderno, nesta época de hiper-desenvolvimento das tecnologías das comunicações TICs, o homen está mais sozinho do que nunca.

ARQUITECTURA del VACIO (2)

Muito pelo contrário apenas agregando prédio a prédio, como é corriqueiro fazem os arquitetos e incorporadores, não desenhamos paisagem e nem construimos cidade. Não é possível criar Arquitetura -assim com maiúsculo- sem criar também o vazio como sua parte complementar, não se trata de acumular edificações e o que sobra é o vazio; senão de “construir” o vazio mesmo!

Quando falo dum manual do desenho de arquitetura do lazer, é porque o autor compartilha com nós seu rigoroso método, aplicado nas sua próprias obras: marinas; comunidades de golfe, de montanha e equestres; hotéis e condominios. A maior parte da sua obra é sediada no Meditêrraneo Espanhol.

ARQUITECTURA del VACIO (1)

Da minha biblioteca apresento esta “Bíblia” do turismo, a Igreja me perdõe! O livro chama-se “Arquitectura del vacio” do Arq. Melvin Villarroel e da editora G. Gili ano 1996.

É um manual que ensina como fazer arquitetura para o lazer. Nele o autor diz: “Este livro é dedicado à celebração da natureza como um elemento marcante no desenho do espaço habitável”. Isso é refletido na constante presença nas sua obras da água e da vegetação, as quais fazem parte do vazio “construido”, mas este é a continuidade do vazio “natural” e do sólido construido.

Sua arquitetura é entrosada com a cultura local; também é uma mistura de arquitetura, urbanismo e natureza.

AQUELLOS AÑOS

Para os amantes –como eu- do rock and roll, do blues, do country, e do Elvis, vou fazer um convite muito especial para visitarem este link www.aquellosanios.com ou ainda www.aquellosanios.net

Mas também gosto do Roberto Carlos, do Alceu Valença, do Mozart. Bom fin de semana.