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Mostrando postagens de Novembro, 2010

FRANK LLOYD WRIGHT

Este livro que apresento hoje é muito bom de ler, recomendado até para as férias de verão, nele vão conhecer parte da obra e da vida pessoal do mestre. Ë da Naomi Stungo, a editora é Cosac & Naify. Ë um percurso desde as prairie houses passando pelas casas de blocos têxteis, a famosa Fallingwater, o prédio Johnson Wax, o museu Guggenheim. Nelas encontramos as idéias balizadoras da sua obra como o respeito pela natureza, o uso da tecnologia, a expressão “honesta” dos materiais de construção.

Só que há um porém, a comprovação –outra vez- de que os que saben fazem coisas, os que não sabem fazer os criticam. Prefiro aos corajosos que fazem e erram, corrigem e voltam a fazer; aos que só criticam. A autora deste interessante livro faz 4 vezes estes chatos comentários “as falhas técnicas dos prédios de Frank Lloyd Wright”, por sinal nas páginas 10,18 e 21, acreditam vocês?

Mas podem comprar e apreciar o livro.


OFICINA da RISADA

Achei bom compartilhar com vocês este link do Taller de la Risa: http://www.tallerdelarisa.com.ar
Ë da atriz e professora Liliana Pécora, gostaria que entraran nele sem preconceitos, alí vão encontrar fotos e vídeos sobre sua “terapia”. Seu coração vai agradecer.

Boas gargalhadas!

O ALEIJADINHO (4)

Há um claro desejo de busca duma ordem própria frente aos excessos do barroco Europeu (imagem acima), diferente do seu espíritu atormentado, a presença do espíritu barroco é uma constante, sô que agora está disciplinado. O barroco europeu faz o esforço de se impor à uniformidade urbana o que se traduz em um enriquecimento das fachadas lhes fazendo muito recarregadas de ornamentos, muito pelo contrário no barroco Mineiro temos a fachada despojada e a igreja solta da aglomeração urbana como vemos na imagem a seguir. Enquanto ela é rodeada -com o percurso do tempo- de construções, vai-se construir outra num nível maior, a arquitetura acompanha a orografía da zona e é desnecessário enriquecer as fachadas em excesso. A decoração volta ao seu local específico: é um complemento da arquitetura. As igrejas mineiras não precissam todo esse cenário paisagístico que rodeia às européias, exeção do Santuário de Bom Jesus de Matozinhos em Congonhas do Campo, pelo fato de ser um santuário de peregr…

O ALEIJADINHO (3)

O Barroco Europeio tinha todo para se repeter nesta região: materiais adequados, técnicas e artífices, riqueza monetária; mas houve un claro desejo de criar una Arte Nova, a qual é original dentro do Brasil e no mundo.

Algumas características desta arte nova são a adequação dos materiais a sua finalidade na obra correspondendo com suas características físicas. Ë o que Frank Lloyd Wright chamava a expressão “honesta” dos materiais. Também a rigorosa adequação de cada arte ao seu ámbito estrito de criação. E tem também a organização de varias artes conforme principios racionais sem predominio tirãnico de alguma delas.

Na imagem de cima vemos a pedra sabão, e a seguir o trabalho da pedra itacolomito.

MANUAL de SOBREVIVÊNCIA

Este livro é outra jóia da minha biblioteca, trata-se do “Manual de sobrevivência do engenheiro e do arquiteto recém formados”, do Eng. Manoel Henrique Campos Botelho, da PINI editora.

Toca temas tão interessantes como oportunicades de negócios, somo ler anúncios nos jornais, diferentes tipos de firma, marketing e criatividade na construção civil, Lei nº 5.194 e normas para a construção.

O livro trata do dia-a-dia do jovem profissional em linguagem “botelhana”, de forma coloquial.

Boa leitura!

O ALEIJADINHO (2)

MINAS GERAIS NO SÉCULO XVIII

Geográficamente a Vila Rica de Ouro Preto está situada 1.100 metros sobre o nível do mar numa região de vales úmidos e morros, encontrando-se nela os materiais necesários para a construção: madeira, pedra sabão, pedra itacolomito, canga, argila, etc
As razões socio-culturais que podem explicar o surgir desta rica arquitetura barroca são a riqueza produto dela exploração do ouro, espíritu profundamente religioso dos habitantes das diversas clases sociais e até das diferentes raças. Nesta região estavam proibidos por orden real os monasterios para evitar que os monjes fugiran às minas a trabalhar na extração do ouro, as igrejas são seculares isto é pertencen as cofrarias, as quais fazen concorrencia entre sí para ter a melhor igreja. Otro fator favorável ao desenvolvimento da riqueza arquitetural foi a vinda de artífices portugueses com as suas técnicas, estes foran logo substituidos por artistas nativos.

O ALEIJADINHO (1)

Vou compartilhar com vocês um trabalho que fiz sobre O Aleijadinho para revalidar meu diploma de arquiteto na UFRGS. Estou publicando a bibliografia para os que gostam de aprofondar os conhecimentos. Esta é sim arquitetura sustentável, pois podemos assumir que o grande poder destruidor do homem sobre o nosso meio ambiente, começou com a Revolução Industrial na Europa no fin do século XVIII. Mas já no ano 1872 o Dr Robert Smith foi o pioneiro em estudar o fenômeno da chuva ácida. Então vamos lá.

Bibliografia
Germain Bazin “L’architecture Religeuse Barroque au Brésil”
Germain Bazin "Aleijadinho et la sculpture barroque au Brésil"
Paulo F. Santos "Arquitetura religiosa em Ouro Prêto"
Paulo F. Santos "O Barroco e o jesuítico na Arquitetura do Brasil"
Lourival Machado "O Barroco Mineiro"
Lúcio Costa "Sobre Arquitetura"
Fernando Jorge "O Aleijadinho: sua vida, sua obra, seu gênio"
Heliodoro Pires "O Aleija…

GUIA PARA A SUSTENTABILIDADE

Este livro “O guia básico para a sustentabilidade” é do Brian Edwards, a editora é G. Gili 2008. Claro que tem uma impronta inglesa, a primeira edição foi publicada pelo RIBA Royal Institute of Architects. Ë uma “bibla” verde permitanme a heresia. É um livro para ser comprado e leido, é tido como livro de consulta.

O meio ambiente suporta muitas pressões as que vemos nas grandes metrópoles como Cidade de México e São Paulo, se não há uma grande virada na atitude do homen o livro mostra o pior panorama para o ano 2050, dentro de pouquíssimos 40 anos: ar irrespirável, água não boa para beber, resíduos impossíveis de gerenciar, combustíveis fósseis esgotados, em resumo um planeta inhabitável.
Temos nele muita informação sobre a teoria da sustentabilidade com suas diversas correntes de opinião e de pesquisa, os diferentes sistemas de avaliação e certificação das edificaçõoes.

O livro aborda questões apaixonantes por exemplo como debe ser o aprendizado da arquitetura sustentável, não como uma…

GREEN ARCHITECTURE

Se eu conto para vocês que numa escola do Reino Unido no inverno a metade do calor da calefação é providenciada pelo calor dos alunos, vocês acreditarian nisso? Pois é, a escola é a St George´s School em Wallasey perto de Liverpool, e aparece no terceiro capítulo deste “Green Architecture, design for a sustainable future”. O interssante é que esta escola pioneira é do ano 1961, dez anos antes da primeira crise do petróleo.

Este excelente livro é dos arquitetos Brenda e Robert Vale, da editora Thames & Hudson 1996. Tem muito boas fotos e croquices, é dividido em 4 capítulos cujos títulos nos dizem por onde vai o assunto: Arquitetura e a sobrevivência do planeta; Avaliando padrões de consumo occidental e suas alternativas; Desenho em ação; e Regras para a cidade verde.

Tomara vocês gostem dele.


REICHSTAG (5)

A ventilação natural se faz pela fachada dupla com câmara de ar, a qual tem janelas operáveis manual ou mecanicamente; pelo emprego de sensores é possível o controle centralizado delas. Conforme a temperatura exterior e o vento, é possível renovar de meia até 5 vezes o volumen de espaço interior, a cada hora.

Para a ventilação da sala de sessões o ar entra pela fachada oeste por cima do pórtico e é conduzido pelos grandes dutos de ventilação, este sistema foi desenvolvido há mais de cem anos. Com fãs de baixa velocidade o ar é impulsionado e vai entrar à sala através da moquete, conforme vai aquecendo sobe, esse ar quente e viciado é direcionado ao cone central, no seu interior há uma grande central de ventilação com trocadores de calor para tirar esse ar quente.

No mirante do topo do cone o ar viciado é chutado fora por uma perforação central de 9 metros de diâmetro. O sistema de ventilação a baixo impulso foi desenvolvido experimentalmente no ano 1883, é a base do conceito atual de v…

REICHSTAG (4)

No inverno a água do aqüifero a 65ºC cede seu calor ao prédio pelos trocadores de calor, logo de perder esse calor sua temperatura desce até os 20ºC. No verão para a refrigeração do prédio e do ar condicionado a água é extraida 5 -10 ºC dum outro reservatório subterâneo a uma profundidade de 30-60 metros, a vazão máxima é 30 m³ por hora. Esta água fria dissipa o calor do prédio e os exessos de calor dos equipamentos de refrigeração, sua temperatura sobe no trocador de calor até um máximo de 28 – 30 ºC. Mas como não é bom para o meio ambiente despejar permanentemente água quente no lençol freático no inverno a água esquentada volta a ser resfriada com bombas de calor de absorção. Este é um sistema geotérmico que permite que os cogeradores possam funzionar com um desempenho ótimo.

MANUAL do ARQUITETO DESCALÇO (2)

Mas também no prefácio diz: “Este manual se fez para as pessoas que têm pouco conhecimento ou prática na construção, sem ajuda de plantas ou desenhos”.

Mas ninguém pode achar que é só comprar o livro e sair construido por aí, claro que vai a construir mas ao preço de alguns erros os quais vão custar din din corregir. Só para olhar alguns deles publico as fotos que me enviou um amigo de Santa Catarina, o resto delas as podem procurar no marcador WRONG.

É possível sim entender e construir dispositivos como o sanitário Clivus, coletores solares, moinhos. Mas outra coisa bem diferente e desenhar primeiro e construir após logo, alí sem dúvida é necessário o arquiteto pois ele tem uma visão abrangente do projeto, sabe o que está por trás dos desenhos, conhece o cálculo de concreto e das instalações, faz as gestões na Prefeitura. Ele sabe o que o cliente quer, faz sugestões de materiais e sobre como tocar a obra, fala com ele de custo-benefício e amortização. O arquiteto é a “interface” com os…

MANUAL do ARQUITETO DESCALÇO (1)

Este interessante livro do arquiteto Johan van Lengen é da editora Pax México e de outras também. Mas o que é o arquiteto descalço?
“É a pessoa que desenha e constroi as pequenas edificações numa comunidade, ou que lidera à turma que decidiou construir uma edificação maior para o benefício do povo todo”.

O manual é muito útil ensinado sobre temas pontuais como materiais de construção e seu emprego, conceitos sobre a organização e as tarefas no canteiro de obra. Fala também da construção em três tipos diferentes de clima, o trópico úmido, o trópico seco, a zona temperada.. Com foco na sustentabilidade nos mostra como usando as tecnologias apropriadas e materiais regionais é possível sim fazer uma arquitetura digna, confortable e linda. Também fala de dois assuntos fundamentais em nossos dias como o uso da energia e da água.

REICHSTAG (3)

Estes cogeradores usam a energia elétrica e também o exesso de calor gerado, para a calefação e refrigeração Têm uma potência de 3,2 MW e fornecem o 80% das necessidades de energia elétrica do prédio e o 90% das necessidades térmicas.

Quando é necessário só a energia elétrica, o calor é armazenado num engenhoso sistema de acumulação de água subterrânea, a água quente de 70ºC dos CHP baixa ao reservatório a 300 metros de profundidade como vemos nas imagens, o qual tem duas perforações a 800 metros de distância cada uma. Ou seja sobe água salgada a 20ºC e se aquece a 70ºC e logo de novo é bombeada abaixo pela segunda perforação, no total pode tranportar no máximo 10 m³ de água por hora.

DESENHO em CLIMAS QUENTES

Este livro “Design Primer for Hot Climates” teria muita alicação no Brasil, é do Allan Konya, da editora Blume 1981.É agradável de ler pois seus conceitos estão apoiados sempres por croquis explicativos e fotos, pessoalmente não gosto dos livros sem desenhos, pior ainda se são de arquitetura.

Traz um detalhado estudo das diversas zonas climáticas quentes do planeta, com suas variáveis: temperatura do ar, umidade, chuvas, radiação solar, o vento. É claro as estratégias apropriadas para cada uma delas, tudo bem explicadinho. O livro é altamente recomendado até porque traz um capítulo de muita atualidade, “Problemas climáticos y desastres naturales”, onde toca temas como tormentas, terremotos, as medidas preventivas, e aliás estuda os insetos e os cupins.

Também traz um capítulo de tecnologias apropriadas para serem usadas em cada região. Ao final traz três pérolas, os três apêndices, um deles com plantas e árvores para regiões áridas; e uma boa bibliografia.

REICHSTAG (2)

A nova cúpula é um dos diferenciais desta reforma, pois o exterior do prédio é quase igual ao original. No seu interior temos uma rampa de dois lances helicoidais para o passeio dos visitantes, e também um mirante para que estes possam apreciar a sessão do congresso. A cúpula tem sua participação no funzionamento do sistema de calefação e ventilação.

No telhado do prédio há uma instalação fotovoltaica de 300 m² de painéis que produzem uma potência no pique de 40 MW, esta energia é usada no sistema de ventilação e para a proteção solar da cúpula que já viemos.

Temos dois cogeradores CHP –combinated heat & power- que funzionan com um tipo de biodiesel, com uma combinação de diversas medidas complementares reduz as emissões de CO2 de 7.000 até 1.000 toneladas.

REICHSTAG (1)

Esta reforma do Reichstag do ano 1999 –o congresso alemão- é do escritório Foster and Partners, o mesmo do masterplan da cidade Masdar, a qual usa aqueles taxis elétricos que já viemos. A transformação do edifício está focada em quatro questões: a importância do Bundestag como fórum democrático, o compromisso com a acessibilidade ao público, a sensibilidade para com a história, e uma rigorosa agenda ambiental. Pela sua vez este último quesito é direcionado à poupança energética, a diminuição do consumo dos combustíveis fósseis e a redução das emissões de CO2.

A nova cúpula não é uma cópia da original, o prédio é do Paul Wallot do ano 1883, contrariamente ao que acontecia com a velha cúpula ista nova -com diâmetro máximo de 15 metros- facilita o aproveitamento da iluminação natural reduzindo assim o consumo de energia elétrica. No seu interior há uma espécie de cone de aço revestido com 360 espelhos que direciona a luz natural à sala de sessão do Reichstag. Mas para evitar o incômodo o…

PERFIL METÁLICO (3)

O gasto com ar condicionado é importante, na Europa é o triplo que o consumo de calefação; o ar condicionado funziona só com eneregia elétrica, já para a calefação há diversas energias possíveis.

Afirmando isto o selo Procel Edifica para avaliar a eficiência do consumo energético das edificações, estudia três itens delas: a envoltória exterior, o ar condicionado e a iluminação artificial.

Então a casa bioclimática assim desenhada não vai sair mais cara que uma casa convencional, tem um monte de exemplos de sucesso funzionando no mundo todo: Reino Unido, Espanha, Austrália, Estados Unidos.

Porém a todo isso é possível adicionar aqueles equipamentos como coletores solares para água quente, módulos fotovoltaicos e aerogeradores para produzir energia elétrica, iluminação LED, domótica e controles inteligentes. Mas sempre focados no custo-benefício e amortização, pois há sistemas que só são repagos em grandes programas arquitetônicos como prédios de escritórios, outros podem-se amortizar na …

PERFIL METÁLICO (2)

Com a casa sustentável acontece a mesma coisa, vou colocar a massa de alvenaria onde é necessário para aproveitar a luz e o calor do sol, também para possibilitar a ventilação natural. A idéia é não acender luz artificial enquanto o sol está no céu. Também armazenar o calor do sol nos muros e pavimentos pois este vai ficar presso e não consigue sair pelo efeito chaminé.

Já para a ventilação natural temos diversas estratégias como a ventilação cruzada (na imagem da cima), a chaminé solar, a torre de vento. Nas imagens a seguir vemos as torres de vento nestas edificações no Yemen e sua reinterpretação moderna na cidade de Masdar.

Uma casa assim construida é chamada de casa bioclimática, mas elas sempre levam o apoio de alguns equipamentos como caldeira de calefação e ar condicionado.

PERFIL METÁLICO (1)

Vamos falar da casa sustentável pois ao fin esse é o foco deste blog. A casa sustentável não significa construir uma casa convencional e logo botar equipamentos nela, como coletores solares, módulos fotovoltaicos, aerogeradores, iluminação LED, domótica.

Por exemplo se nós temos este perfil trabalhando à flexão, ele tem sua massa metálica onde é necessário para resistir ao esforço. Por isso a alma é mais comprida que a aba, o importante de todo perfil metálico trabalhando à flexão e sua altura. Isto é um fato científico pois na fórmula da inércia a medida da alma e bem mais importante que a da aba. Qualquer que haja construido sabe que se eu colocasse o perfil “deitado” como na figura abaixo sua resistência vai diminuir, na real seria uma burrice fazer isso.

FARMÁCIA DA NATUREZA

Este livro numa linguagem simples trata das plantas mais conhecidas e as doenças mais comuns. Ë uma coletânea de receitas da Irmã Maria Zatta da Congregação do Imaculado Coração de Maria; a editora é Paulinas. Estas receitas contêm os princípios químicos dos quais são fabricados os remédios de laboratório, por isso é bom lembrar que a hoje famosa aspirina –ácido acetil salicílico- foi descuberta a partir do salgueiro.

Agora há uma têndencia ruim das pessoas de abusar na toma destes remédios de laboratório, ou pior ainda de tomar eles sem a receita do doutor. Se faz –as vezes- abuso dos antibióticos com a conseqüencia que os germes deixam de ser sensíveis a estes.

Mas o livro não é só focado na cura de enfermidades senão fazer medicina preventiva, pois é mais fácil cuidar que a doença não entre no corpo do que mandá-la embora depois que ela entrou. Não pretende curar todas as doenças e também não dispensar à medicina, sim olhar as duas como complementares: as plantas medicinais e a ciênc…

CARRO ELÉTRICO (9)

Mas as trilhas subterrâneas são compartilhadas com o FRT Freight Rapid Transit system, é o sistema de fretes que faz entrega das mercadorias e pacotes dos habitantes, das lojas e hotéis. Este FRT é capaz de fazer 5.000 viagens a cada dia. Estes caminhões podêm levar 2 pallets com um máximo de 1.600 kg de carga. Também estes FRT são elétricos a bateria, neste caso de lithium-fosfato com autonomia de 60km com uma carga de 1,5 horas.

Nesta primeira fase da construção de Masdar a frota vai ter 10 PRTs (os taxis) e 3 FRTs, a rede vai ter 1,2 km de comprimento e 5 estações (duas para passageiros e três para os fretes).

Neste link vocês poderão procurar videos do podcar.
http://transporttomorrow.com/videos.php?vid_id=10

DIETA MEDITERRÂNEA

Para que vocês possam levar uma vida sustentável os apresento o livro “Dieta Mediterrànea” do cardiologista Dr Fernando Lucchese e do José Antonio Pinheiro Machado, o Anonymus Gourmet. Este agradável libro de bolso é da L&PM Editores, traz receitas, dicas, e os fundamentos científicos deste cardápio. A palabra dieta é de origem grega e significa estilo de vida. Ë a dieta da longa vida baseada na ingestão de verduras, frutas, cereais, azeite de oliva, vinho, peixe. Este sistema alimentar combate o mau colesterol, a hipertensão arterial, e alguns tipos de câncer.

A podemos encontrar nos doze mil quilômetros das margens do mar Mediterrâneo, numa região de extensa variedade cultural. Porém com certas características comuns como solo árido e pouco produtivo, em grande parte montanhoso que não faz possível a agricultura extensiva e a criação de gado de corte, e também o mar abundante de peixes.


CARRO ELÉTRICO (8)

Na primeira fase da construção da cidade, os carros vão levar aos alunos até o Masdar Institute of Science and Technology. A rota mais comprida destes taxis só vai ter 10 minutos, a capacidade máxima é de 500 pasageiros por hora e por dia, funzionando as 24 horas do ano todo. Em Masdar este PRT é uma rede de estradas que serven até 85 estações, estas têm 6 vagas en ângulo permitindo saída e entrada independente, poupando o espaço de garagem. Quando a cidade esteja totalmente operativa o sistema vai ter 3.000 destes carros fazendo 130.000 viagens por dia. O sistema de transporte é subterrâneo pois o nível dos pedestres está por cima, com isso não há conflitos entre estes e os carros; a cidade Masdar está desenhada para ser amigável com os pedestres, encorajando-os a caminhar pelas ruas estreitas e cheias de sombra, perfeitamente podemos ter até 50ºC no deserto.