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Mostrando postagens de Julho, 2010

ECO-TELHAS (5)

A telha Ekoroof é feita com matéria-prima de plástico agrícola e sacolinha, na realidade é polietileno de baixa densidade no qual é feito um processo de reciclagem. O plástico agrícola é utilizado pelos agricultores para proteger suas lavouras, sob forma de longas folhas de plástico cobrindo as áreas de campo, pois estas ajudam a proteger as culturas jovens do excessivo calor e da luz solar e a manter o teor da umidade do solo constante. Mas outra aplicação é na forma de sacos os quais são colocados em torno dos frutos novos na árvore, estes frutos ficam assim protegidos como no caso anterior.

O problema é que estes plásticos não são reutilizáveis pois são rasgados pelo cultivo; reciclar este produto é difícil pois está contaminado com material vegetal, solo, água, fertilizantes e agro-tóxicos. É um processo caro pois é necessário um lavado caprichoso, uma operação de secado e logo a transformação em bolinhas. Então muitas vezes estes plásticos são jogados fora, os podemos ver nas rua…

ECO-TELHAS (4)

Vamos ver agora outras eco-telhas como por exemplo a Ecotop. Esta é uma fábrica localizada no município de Barueri em São Paulo, fabrica telhas a partir de aparas de tubos de creme dental, é um produto 100% reciclado que contem 75% de plástico e 25% de alumínio.

São ecologicamente corretas pois poupan o envio dos tubos de creme dental aos lixões ou aterros sanitários. Substituem com vantagens às telhas de amianto as quais estão proibidas em diversos municípios brasileiros, pois é um material cancerígeno e que também pode causar doenças respiratórias. Tem elevada resistência mecânica e à ação dos raios ultravioleta e infravermelho, são 100% impermeáveis.

O tamanho é 2,20 x 0,90m e rende 1,68m²; suporta até 250kg. A inclinação mínima do telhado é 15%. O preço é R$ 34 a unidade.

ECO-TELHAS (3)

Com licença vou abrir uma janelinha neste apaixonante assunto dos eco-produtos e vou falar da areia…mas daquila especie de areia usada nos banheiros dos gatinhos, você sabem aquilas bandejas para que o mascote faz xixi e não suje o chão do seu dono. Estava olhando a embalagem duma dessas areias, alí falava de que era produzida a partir de cinzas volcánicas e algas dos lagos da Patagonia, no sul da Argentina. Dalí o produto era exportado até a Florida nos Estados Unidos, e acreditem vocês era logo importado desde Buenos Aires para ser vendido!

Ë o assunto da MOBILIDADE: quanta energia foi consumida nesses deslocamentos e quantas emissões de CO² foram lançadas para que o produto fizera a rota Patagonia-Florida-Bs As ?

Para a arquitetura sustentável o tema da mobilidade é importante, nós podemos importar para o Brasil por exemplo módulos fotovoltaicos alemães pois eles tem tecnologia de ponta incorporada na sua fabricação, mas de jeito nenhum trazer materiais com pouca tecnologia no seu be…

ECO-TELHAS (2)

A Tetra Pak, essa embalagem cartonada que vem com o leite longa vida ou sucos, é uma ótima oportunidade para ser reciclada ao invés de ir para o aterro sanitário. É composta de 75% de papel, 20% de polietileno, 5% de alumínio. A reciclagem começa numa indústria papeleira onde as embalagens misturadas com água são mexidas num hidrapulper, alí a fibra de papel é separada do alumínio e polietileno. A polpa de papel é processada na indústria papeleira enquanto o alumínio e o plástico são usados na produção de vassouras, coletores de lixo, e claro nas nossas eco-telhas.

Todo começa com a fusão sob pressão seguido do resfriamento, o alumínio e o polietileno são triturados e colocados em formas, estas logo são introduzidas em prensas a uma temperatura média de 180ºC. Para a fabricação a grande escala usa-se aquecimento das prensas à vapor e óleo térmico; já para a produção em pequena escala são usadas resitências elétricas.

Este sistema de reciclagem nasceu da dificuldade para reciclar as em…

ECO-PASTILHAS (3)

A REC-65 da Atlas, é uma pastilha composta de 65% de descartes e resíduos da produção da fábrica. Este eco-produto veio a luz após 2 anos de trabalho, com transformações físico-químicas para conseguir juntar estes restos de produtos numa nova pasta cerâmica, com temperatura bem mais alta: 1300ºC.

Pode se utiliçada em ambientes internos e fachadas das edificações, pois não apresenta expansão por umidade, possui alta resistência à abrasão e baixíssima absorção. Segundo o fabricante foram lançadas no mercado 10 cores de eco-pastilhas, futuramente serão apresentadas outras nuances.