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Mostrando postagens de Maio, 2010

COLETORES SOLARES (I)

Vamos ver como podemos produzir água quente para tomar banho, cozinhar e até para calefação; usando coletores solares. Um coletor solar na realidade é um sistema fechado que têm 5 elementos: os coletores solares, o reservatório térmico, o sistema de distribuição, os controles, e a caixa de água fría.
A água fria entra ao coletor por baixo e sai quente pela parte superior rumo ao reservatório; daí sai para nosso uso, a água não consumida volta ao coletor por embaixo pois ela está sempre circulando por termossifão, o que quer dizer que a água quente é mais leve e sobe, no entanto seu lugar é ocupado pela água fria mais pesada. Para que o termossifão funzione é necessário que o reservatório esteja instalado por cima do coletor, quando isto não acontece falamos de circulação forzada, a que se produz com uma bomba circuladora.

O coletor é o elemento do sistema que captura a energia solar que vai-nos permitir esquentar água, há diversos modelos, o mais comum é do tipo plano o qual para seu co…

DOMÓTICA (II)

Num prédio atual é uma necessidade incorporar a domótica, chámase de PRÉDIO INTELIGENTE, a encontramos nos escritórios, nos hospitais, nas fábricas.Podemos poupar energia com sensores infravermelhos de movimento os quais desligan todas as fontes de energia quando o ambiente está vazio, podemos controlar o sistema de iluminação, o grupo eletrógeno de emergência. No quesito CONFORT: a operação do ar condicionado central, regulando temperatura, humidade e qualidade do ar, a operação das janelas e venezianas.
SEGURANÇA: proteção contra robo e violência, sensores de presença com alarme conetada à Vigilancia do Prédio e à Central da Polizia, Circuito Fechado de TV, proteção contra incêndio e escapes de gás, funzionamento de elevadores e escalas rolantes. Nos elevadores serve para poupar energia pois após registrada a chamada dum andar vai para issa o elevador que está mais perto dalí.
IMPORTANTE, neste control central temos um micro o que providencia a possibilidade de programar e re-program…

DOMÓTICA (I)

Numa edificação para poupar energia além de usar muros duplos, isomento térmico, podemos incorporar a domótica, vem de “domus” casa em latin e a terminação da “informática” O que é? São controles inteligentes centralizados que vão nos permitir poupar energia e níveis de conforto e segurança. Temos 2 campos de aplicaçao: residencial e comercial. RESIDENCIAL: o ótimo é desenhar a casa incorporando a domótica desde o começo do projeto arquitetônico, desde 200m² pode-se considerar seu uso. Os custos vao des US$ 4.000 até 7.000, aumentando com o tamanho e a complexidade da instalação, é importante avaliar custo-benefício, que o sistema seja rentável com a poupança de energia. Numa casa inteligente podemos gerenciar todo o que consuma energia: luzes, alarmes, climatizadores, venezianas, regadores de jardim; todo desde um comando central: uma telinha colocada na parede, com botoes ou sensível ao tacto, ou ao controle remoto ou ainda com o celular. Podemos ter controle totais ou parciais d…

ENERGIAS

Calcula-se que para o 2050 o consumo mundial de energia haverá-se duplicado, grande parte dissa energia vai vir dos combustíveis fósseis: carvão, gás e petróleo. Ista são fontes não renováveis, vemos cá as previssões de reservas:

• Petróleo 40 anos + areias asfálticas.
• Gás natural 50 anos
• Carvão 200 anos

Temos 2 consequëncias: o aumento dos preços e os efeitos sobre o Aquecimento Global; mas uma parte cada vez maior vai ser fornecida pelas energias renováveis. As energías não renováveis existem em quantidade limitada na natureza: petróleo, gás natural, carvão, nuclear. Já as renováveis existem em quantidade ilimitada na natureza: hidráulica, solar, eólica, biomassa, geotérmica. O desafio é satisfazer as crescentes demandas de energia em regiões como China e India, as quais estão experimentando processos de industrialização. A India criou em 1992 o Ministério de Fontes Energéticas Não Convencionais, no 2003 era o terceiro fabricante mundial de módulos fotovoltaic…

CENÁRIO (VI)

No ano 1992 temos o Tratado de Maastricht sobre as políticas meioambientais da U.E. o que inclui 4 princípios fundamentais:
Incorporação ao projeto arquitetônico dos conhecimentos meioambientais mais atualiçados.O princípio de precaução o que supõe avaliar os riscos antes de empregar novos materiais e processos de construção.Quem contamina paga a operação de limpeça.Considerar todos os impactos ecológicos com a inclusão de práticas ambientais corretas.
Já no 2007 tivemos o informe do IPCC Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o qual foi a conclusão do trabalho de 500 cientistas de todo o mundo que debateron sobre diversos cenários possíveis do clima no futuro. Eles concluiron com uma certeça do 98% que as mudanças climáticas são consequência das atividades do homen na terra. Isto é fundamental pois até esse momento não existia uma certeça assim, havia cientistas não cientes disso, é claro os interesses económicos e políticos.
Na medida que o homen não faça o suficiente pa…

CENÁRIO (V)

Do ano 1972 até os nossos dias houverom diversas cumes internacionais sobre o meio ambiente, vamos ver só 4 delas: Rio de Janeiro, Kioto, Johannesburgo e Maastricht. No ano 1992 no Rio de Janeiro foi celebrado o Cume da Terra da ONU, isto alertou aos governos dos problemas ecológicos e meioambientais associados ao desenvolvimento urbanístico. Os governos assinarom uma declaração e combinarom adotar medidas para começar ações positivas: a Agenda 21. Este cume estabeleceu formalmente a necessidade de estudar sob forma conjunta os problemas relativos com a energia, o meio ambiente, a ecologia. Até esse momento a preocupação principal eram as fontes de energia devido às posssibilidades certas de esgotamento. Mas o cume também criou um marco de trabalho que foi logo incorporado aos planos de estudo de desenho e arquitetura sustentável. Foram tratados 4 áreas principais: poupança energética, conservação e gerenciamento ecológico das florestas tropicais, biodiversidade, planos para a al…

CENÁRIO (IV)

CENÁRIO (III)

Os efeitos da contaminação atmosférica compreendem também o fenômeno da Chuva Ácida, neste processo do ciclo da água parte desta vai-se evaporar, na atmósfera este vapor de água vai-se combinar com sustâncias químicas produzidas pela queima de combustíveis fósseis especialmente carvão e petróleo. Estas vão reacionar com o vapor de água formando-se assim compostos de ácido nítrico e ácido sulfúrico os quais vão produzir a Chuva Ácida, causadora de danos nas árvores das florestas, no solo, é claro nas edificações. Por ex. os monumentos de Atenas na Grécia hão tido mais danos devido à chuva ácida nos últimos 30 anos que em todos os passados séculos. Mas o ciclo da água continua, então ista chuva ácida vai escorregar pelo solo o vai infiltrar e vai chegar a água contaminada outra vez ao mar através dos rios, ali outra vez vai-se evaporar…A Chuva Ácida tem um PH menor que 5.6, este é o potencial de hidrogênio.
Hoje há evidência científica que a mudança climática chegou para ficar . Nós nas …

CENÁRIO (II)

Com a crise PETROLEIRA do 1973 começa-se a questionar a eficiência destes Monumentos ao vidro! O clima um parâmetro pouco valorizado do projeto arquitetônico começa a ser visto como um dos elementos fundamentais para racionalizar o consumo de energia nas edificaçoes. Em 1978 um estudo (Mascaró, Secovi) em Sao Paulo mostrou que o consumo de energia nos edifícios de escritórios climatizados artificialmente com fachada vidrada, chega a ser na sua vida útil 23 vezes maior que a energia necessária para sua construção!!!!
Nós podemos dizer que nosso trabalho de arquitetos está inserido num cenário carateriçado por 3 elementos principais: as mudanças climáticas, a poluição do meio ambiente, a crise energética Os prédios que se desenhan e construen hoje estarão em uso ainda quando as mudanças climáticas sejam mais rigorosas.
Nesse futuro próximo vão ser afetados os sistemas de drenagem, os tipos de ocupação do solo, e o transporte. O incremento da temperatura vai produzir a sobida dos mares, nã…

CENÁRIO (I)

Nos séculos passados a relativa carência de recursos para a construção e manutenção dos prédios significaba que os materiais devian serem produzidos LOCALMENTE e ter BAIXO CONSUMO ENERGÉTICO, hoje estes sao pilares da Construção Sustentável.
Após a Revolução Industrial e desde o século XX temos 2 fenômenos paralelos: a maior distribuição da riqueza e o relativo barateamento da energia. Mas no 1973 veio a primeira crise do petróleo, e no 1979 a segunda. A forma de projetar atual com estas fachadas vidradas tem sua história, nas décadas dos `50 e os `60 vai-se difundir pelo mundo todo a fachada totalmente vidrada, seu prototipo é a Lever House que foi repetido como um selo sem reparar nas diferenças climáticas das regiões. Também se generalizou o uso de equipamentos mecânicos de climatização e os sistemas de iluminação artificial. Estas glamorosas torres de vidro são muito ineficiêntes, no verão são uma estufa que não pode funzionar sem ar condicionado, é um descaso vidrar todo e logo co…

WORKSHOP NA UNISINOS

Estas imagens são do workshop Arquitetura Sustentável que ministrei na UNISINOS em abril passado para 35 arquitetos. Aquele abraço à Profª Vera, à Mariana, ao Wagner, e aos motoristas da universidade.

ARQUITETURA VERNACULAR (XII)

ARQUITETURA VERNACULAR (XI)

TEMPERADO-FRIO a Robie House do Frank Lloyd Wright do 1910 não é arquitetura vernácula, mas foi desenhada conforme diretrizes bioclimáticas pois ele respeitava à natureza. Sao 841m2 em 2 plantas retangulares que parecen se desliçar entre elas, foi apelidada “o navio”, no navio maior temos no térreo a sala de sinuca e o playground das crianças; e no 1ro andar o estar e a sala de jantar. Estes cómodos estao orientados ao Sul, é a fachada que recebe mais sol no hemisfério Norte. Mas o estar também está orientado ao Oeste, vai-se continuar com o porche protegido do sol agressivo da tarde por este profondo beiral, é a proa do navio. Estes profondos beirais sao possíveis pela estrutura de aço, a que também alívia a carga dos muros exteriores e vai possibilitar esta quantidade de portas e janelas continuas com vitraux. No navio menor temos a zona de serviços toda orientada ao Norte, no térreo: a sala da caldeira, a lavanderia, a garagem. No 1ro andar: o quarto de hóspedes, a cozinha, e os qu…

ARQUITETURA VERNACULAR (X)

ARQUITETURA VERNACULAR (IX)

No TRÓPICO ÚMIDO temos: fortes chuvas + alta radiação solar + alta umidade
Então a estratégia é proteção para as fortes chuvas e a alta radiação solar; e máxima ventilação para a alta umidade. A proteção consegui-se com telhados grossos de palha com grande declividade para escoar rápidamente a águas das torrencias chuvas, o telhado atua como um grande guardachuvas que também é isolante térmico, a palha impede as condensações pois o telhado pode “suar”. A proteção solar se complementa com beirais e venezianas, e com árvores próximas. Para lutar contra a alta umidade é necessário ter máxima ventilação, por isso as plantas e os fechamentos laterais são abertos, os muros são mínimos mesmo as vezes quase inexistentes. Não se usa alvenaria pois a inércia térmica dos materiais debe ser a mínima possível para impedir a acumulação de calor no dia, e sim madeira e vegetais. Também empregam a ventilação cruzada o ar deve circular por todos os cómodos da casa, e claro o pé direito é alto 3,00 ou …

ARQUITETURA VERNACULAR (VIII)

ARQUITETURA VERNACULAR (VII)

Esta tipologia do TRÓPICO SECO nós podemos a encontrar no Yemen, no Sul de Marrocos, básicamente o clima destas regiões tem grandes oscilações térmicas de dia podemos ter 45ºC e à noite 0ºC justamente por causa de que é um clima seco. Estes povoados estão formados por edificações chamadas “kasbahs” unidas a estruturas mais baixas criando assim um rico conjunto, a disposição duma kasbah é uma praça central: é um grande pátio aberto, com 4 torres nos cantos. Os grossos muros estao construidos com argila e tijolos recheios com palha, também levan troncos de palmeira como elemento estruturador para providenciar rigidez, os muros e as portas são os imprescindíveis. Estas kasbah são outro bom exemplo de adatação ao clima do lugar geográfico, os muros têm grande inércia térmica pois durante o dia armazenan o calor providenciando conforto, esse calor é liberado pela noite onde as temperaturas descen muito mesmo. Mas as edificações empregam também a ventilação natural através das torres de ven…